Boa tarde.
Uma semana depois da história queda da bolsa de Shangai (quase 9%), o mercado começa a semana novamente em queda, marcado principalmente pela queda da bolsa de Tóquio e agora, 17h49, perto do fechamento do pregão na Bovespa, em São Paulo, a queda permanece no mundo inteiro.
Para alguns analistas, entender a crise na economia é difícil. Difícil por que o foco principal não é a China como muitos acreditam, ou melhor, o foco pode não ser a China. Segundo o economista e ex-diretor do Banco Central, Ilan Goldfajn, o causador principal da crise na economia mundial é o Estados Unidos, e não a China como muitos pensam. Segundo ele, os Estados Unidos passam por uma crise econômica hoje, carregada principalmente pela crise imobiliária no país, e com isso o mercado fica instável e como efeito dominó, o mundo inteiro sente as conseqüências.
Bom, a crise pode durar duas ou três semanas, como pode durar muito mais tempo, mas segundo os especialistas é o momento de o país aumentar suas reservas para se proteger da instabilidade no mercado. Ilan Goldfajn também disse que as pessoas, após quedas como essas, não voltam a investir tão fácil e rapidamente, elas param, pensam, analisam e só depois voltam ao mercado de ações.
Aqui me despeço.