Bom, acho melhor você sair debaixo antes que algo te acerte.
Hoje a ameaça de recessão em uma das maiores economias mundiais passou a ser real e muito presente. Por mais que o governo americano tenha anunciado um pacote de ajuda de 150 milhões de dólares, ainda é pouco. Tal quantia representa apenas 1% do PIB americano, e foi tratada com desprezo pelos investidores internacionais, principalmente os chineses, já que por lá eles movimentam isso em praticamente um dia. Fica também díficil de acreditar que o governo tenha anunciado apenas essa pequena ajuda, já que a ajuda dada em 2001 por Bush durante a última crise foi de 6% do PIB americano.
Mas hoje também ficou provado que todo o mundo depende do mercado americano e assim ficamos estreitamente ligado à eles. A Bovespa fechou o dia com queda de 6,6%, a maior desde fevereiro do ano passado; pra se ter uma noção da gravidade da situação, uma das empresas com maior credibilidade no mercado nacional, a Petrobrás, teve um queda de 7,42% nas suas ações. Mas podem deixar um pouco de tensão pro lado, a situação é a mesma em todo o mundo. A Bovespa apenas acompanhou as quedas dos mercados mundiais, como Paris (-6,83%), Londres (-5,48%), Frankfurt (-7,16%). Na Ásia a situação é a mesma: o índice japonês Nikei fechou o dia em queda de 3,86%, acompanhado por Xangai com uma queda de 5,14%.
Bom, alguns dizem que os tempos ruins estão vindo, outros dizem que é apenas uma febre passageira mas mesmo assim a venda de ações é gigantesca e as proporções pretendem chegar à um nível catastrófico nos próximos dias caso o governo americano não faça nada.
Enquanto isso, Hilary Clinton venceu mais uma prévia, agora em Nevada, e está se consolidando como uma das principais candidatas à disputa presidencial americana este ano.
Por aqui fico, até a próxima.
Hoje a ameaça de recessão em uma das maiores economias mundiais passou a ser real e muito presente. Por mais que o governo americano tenha anunciado um pacote de ajuda de 150 milhões de dólares, ainda é pouco. Tal quantia representa apenas 1% do PIB americano, e foi tratada com desprezo pelos investidores internacionais, principalmente os chineses, já que por lá eles movimentam isso em praticamente um dia. Fica também díficil de acreditar que o governo tenha anunciado apenas essa pequena ajuda, já que a ajuda dada em 2001 por Bush durante a última crise foi de 6% do PIB americano.
Mas hoje também ficou provado que todo o mundo depende do mercado americano e assim ficamos estreitamente ligado à eles. A Bovespa fechou o dia com queda de 6,6%, a maior desde fevereiro do ano passado; pra se ter uma noção da gravidade da situação, uma das empresas com maior credibilidade no mercado nacional, a Petrobrás, teve um queda de 7,42% nas suas ações. Mas podem deixar um pouco de tensão pro lado, a situação é a mesma em todo o mundo. A Bovespa apenas acompanhou as quedas dos mercados mundiais, como Paris (-6,83%), Londres (-5,48%), Frankfurt (-7,16%). Na Ásia a situação é a mesma: o índice japonês Nikei fechou o dia em queda de 3,86%, acompanhado por Xangai com uma queda de 5,14%.
Bom, alguns dizem que os tempos ruins estão vindo, outros dizem que é apenas uma febre passageira mas mesmo assim a venda de ações é gigantesca e as proporções pretendem chegar à um nível catastrófico nos próximos dias caso o governo americano não faça nada.
Enquanto isso, Hilary Clinton venceu mais uma prévia, agora em Nevada, e está se consolidando como uma das principais candidatas à disputa presidencial americana este ano.
Por aqui fico, até a próxima.