Apollo 18?

Oficialmente, as missões Apollo[bb] terminaram na 17. A partir daí, a NASA[bb] se cagou e nunca mais enviou nenhum cosmonauta astronauta à Lua[bb]. O motivo? Ninguém sabia, até tempos mais recentes. Quando soube-se de uma Apollo 18 lançada em 1973.

Resumindo, isso tudo aí e bullshit! Esse é o argumento de um filme que logo estará nas telonas e mostrará o “porquê” de a NASA nunca ter mandado mais nenhuma missão tripulada à Lua. O trailer você confere abaixo.

O filme é gravado como Bruxa de Blair[bb] mas não acredito que faça tão sucesso como.

{Via JovemNerd}

"Um Olhar Do Paraíso", um caminho para o Inferno

Ontem, ao cair da tarde dominical, pensei eu em ir ao cinema. Há tempos não visitava tal lugar, e isso já começava a doer em meu peito. Munido de muita vontade e tolerância, aponto meu navegador para o querido Pipoca Atômica, a fim de descobrir o que de bom meu olhos poderiam ver. Rapidamente vi que não era uma das escolhas mais fáceis do mês. Mas não por excesso de bons filmes, e sim pela falta. Nenhum dos filmes em cartaz me chamou tanto a atenção, a não ser pelo juvenil “Percy Jackson e o Ladrão de Raios”. Porém, tal película está sendo exposta apenas em versão dublada aqui na “cidade sanduíche”. E filme dublado no cinema? Não, muitíssimo obrigado. Não me sujeitaria a tal. Portanto, minha última escolha foi o filme cujo trailer até me agradou, ainda mais pelos olhos azuis de sua protagonista, a pequenina Saoirse Ronan, e nomes como Mark Wahlberg, Rachel Weisz, Susan Sarandon e o decepcionante Peter Jackson. Era “Um Olhar do Paraíso”, adaptação do livro “The Lovely Bones” que veio ao Brasil com o título de “Uma Vida Interrompida”, da escritora inglesa Alice Sebold.

Antes de sair de casa, os sinais dos céus começaram a aparecer. Olho minha timeline no Twitter e me deparo com o seguinte twit da querida @samantha0588:

Eu deveria ter acreditado.

Eu deveria ter respeitado meus instintos.

Após uma breve conversa com tal garota, minha vontade dissolveu-se abruptamente. Mas, inspirado pela oportunidade de um breve confronte de ideias e opiniões, preparei-me e fui ao combate. Ao chegar, uma grande fila esperava-me. Outro sinal que foi ignorado. Realizei a compra do ingresso pelo celular e consegui sair de tal fila. Recarreguei minhas munições com pipoca e uma ultra-gelada Coca-Cola, pronto para curtir uma boa sessão de cinema.

Ao sentar em minha poltrona, os trailers se iniciam. Um dos curtíssimos trechos exibidos é de “Ilha do Medo”, nova parceria entre Scorcese e Di Caprio. Ao meu lado, ouço um comentário: “… Ahh, é aquele que dirigiu aquele Os Infiltrados. Aquela merda lá!”. Confesso que a vontade de gritar foi grande, mas me contive. Há alguns meses, eu teria levantado e saído do cinema. Porém, ignorei novamente outro sinal dos céus e continuei na sessão.

O filme começa, gosto do que vejo. Cenas bem feitas, quadros que fogem ao padrão Hollywoodiano, atmosfera setentista que sempre me agrada, carisma da pequena Susie Salmon (Salmon, como o peixe) e algumas boas atuações. Começo a gostar do filme, achar que o que havia ouvido era apenas mais um comum desacordo de opiniões. A história começa a ganhar forma, começa a moldar-se como um filme que me fará grudar na poltrona e sentir junto com tal filme. Percebo atônitos detalhes e continuo, crescentemente, gostando ainda mais.

De repente, como um balde de água fria que interrompe um sonho bom, a notável Susie é assassinada. Tal ato inicia meu sofrimento, com cenas clichês, desgastantes e efeitos dignos de um Hans Donner do agreste. Uma mistura de Cold Case com Além da Imaginação e um pouco de Barney também. Um típica viagem de Ácido Lisérgico, que facilmente se encaixaria como videoclipe de uma das faixas de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, o viajado e colorido disco dos Besouros de Liverpool. Confesso que algumas cenas agradaram sensivelmente meus olhos porém, mal inseridas no contexto. Um filme que alterna entre momentos de extrema tensão e momentos, possivelmente, retirados de “O Pequeno Príncipe”, com filosofia barata e psicologia digna de fundo de copos americanos em balcões de botecos espalhados pelas mais baixas vizinhaças das mais sujas cidades que o ser humano pôde conhecer.

Quando achei que apenas tais momentos fariam meu gosto pelo filme definhar como um salto de bungee jump originado no topo do Everest, começa uma sessão de fatos que levam o filme mais e mais fundo. Misturando coisas humanamente impossíveis, com conceitos do Espiritismo utilizados sem qualquer pudor ou honra e ainda um desvio no roteiro que fez-me tirar meu celular do bolso para ver resultados das inúteis e desinteressantes Olimpíadas de Inverno. Passados tais momentos de extremo desânimo, volte-me para o filme a fim de tentar encontrar algo que me agradasse. Mas foi impossível.

Caso nos fosse permitido retirar do corte final os momentos “beatlemaníacos” e um pouco do brilhante sol do filme, seria uma perfeita versão de “Max Payne” setentista. Ou, caso adicionássemos uma detetive loira, de olhos claros e nome Lily Rush, pudéssemos exibi-lo em um dos prime-time do Warner Channel como um dos episódios de Cold Case.

Como disse ontem, ao sair do cinema: espero que Peter Jackson amargue todo o LSD que ele consumiu para dirigir tal obra.

Bom, por mais longa, detalhada, inútil e depressiva que minha opinião tenha sido, é o que senti durante o período em que tal história habitou minha mente.

Vejo-os em breve. :D

P.S.: Algumas atuações realmente me surpreenderam, a começar por Stanley Tucci, que incorporou um psicopata fazendo-me esquecer que tal ator já foi obrigado a ceder um imigrante com seus “remédios para bode” graças às peripécias de T. Hanks. Também seguido por Mark Wahlberg que sempre me surpreende, a já clássica Susan Sarandon e a (indicada ao “Troféu David Caruso” de atores como apenas uma expressão) belíssima Rachel Weizs.

Campus Party 2010 – Dias 5,6, 7 e o Fim!

Hey pessoas do meu Brasil varonil!

Finalizando minha série de posts sobre “o maior evento da internet brasileira”, a Campus Party. Porém, já faço tal post já do conforto bauruense, por mais atrasado que isso seja. AUHAUHA!

Bom, os últimos dois dias (dois e meio, na verdade) de Campus Party foram muitooo bons. Por mais que o sentimento de despedida já estivesse no ar, o conteúdo absorvido e as pessoas conhecidas foram comparáveis aos do resto do evento.

Tais dias foram os dias mais ecléticos em meus calendários de palestras, debates e painéis. Indo de blogs à desenvolvimento de Rich Interface Applications com software livre, passando por furos jornalísticos na música, cinema e até o famigerado conteúdo pornográfico na web. Todos tendo algo a acrescentar, como sempre.

Brincando com música. Da esquerda para direita: @borbs, @rafaellosso, Wilson Esteves e Tatá Aeroplano.

Começando o quinto dia de evento, além de deixar milhares de downloads sendo feitos, desloquei-me para a área de música do evento, a fim de assistir a um debate com o seguinte tema: “Fazer Música x Brincar com Música”. Tal debate contou com a ilustre presença de nosso amiguinho Thiago Borbolla (o popular @borbs), Rafael Losso (@rafaellosso), Tatá Aeroplano (front-man de projetos como Jumbo Elektro e Cérebro Eletrônico), Wilson Esteves (da banda “Os Gameboys”, formada em uma faculdade de música). Gostei muito desse debate, mostrando todas as vertentes do assunto. Tal ponto foi o que mais me chamou a atenção nesse debate. Partindo de quem não toca reais instrumentos, como o Borbs, até pessoas que estudaram música em nível superior, como Wilson Esteves. Acredito que todas as opiniões levantadas foram extremamente relevantes e fizeram com que todos os presentes conseguissem ter uma base de conhecimento e argumentos suficientes para definir seu ponto de vista e sua relação com o assunto. Com toda a certeza, e sem medo de errar, um dos melhores debates (dos quais participei) do evento, na minha opinião.

Programando o Futuro dos Blogs. Da direita para esquerda: @marcogomes, @jonnyken, @mlemos, @luisleao e @sikora.

Após tal debate, voltei-me para a área de blogs a fim de ver um belíssimo painel intitulado “Programando o Futuro dos Blog”, com a presença de Marco Gomes (Fundador e Diretor de Inovação da Boo-Box), Jonny Ken Itaya (Diretor de Tecnologia da Kingo Labs, criador do migre.me etc.), Luís Leão (Criador e Desenvolvedor do sms2blog), Manoel Lemos (Fundador do BlogBlogs e CTO da Abril Digital) e Rodolfo Sikora (Co-Fundador, idealizador e desenvolvedor do Gengibre). Um dos melhores debates do evento também, envolvendo debate sobre o futuro das mídias sociais no Brasil, os rumos, caminhos e a monetização do conteúdo no Brasil. Aprendi bastante nesse debate e consegui organizar algumas idéias e “buzzes” que voavam pela minha mente.

Sentando-me em um dos milhares de sofás brancos que estavam disponíveis em frente à área de blogs, mantive-me focado em meu trabalho, mas com um dos ouvidos no painel “Is The Internet For Porn?”. Uma baixaria engraçadíssima com a ilustre presença de Aline Gomes (a popular @lini), Rodolfo Castreanza (A mente por trás do OMEdI) e alguns outros participantes.

Is The Internet For Porn?

Na extrema esquerda (esqueçam o gordinho de cinza) @lini, e na extrema esquerda @castreanza.

Intertextualição do conteúdo.

Intertextualização do conteúdo. Na extrema esquerda @nicolasvargas, e no centro (careca, é claro) Cazé Pecini.

Mantendo-me ali, assisti à um ótimo (e morno) debate sobre a intertextualização do conteúdo. Com presenças ilustres, como Caze Pecini (Não, o sobrenome dele não é “Peçanha”) e @nicolasvargas (Editor-chefe do Portal MTV, um dos roteirista do VMB etc.) que finalizaram meu quinto dia de evento com chave de ouro.

Após uma longa noite de “pseudo-lual-transcendente-whatever” (o qual você confesso no vídeo abaixo), muita música e muito download, pela manhã tive o prazer de conhecer @Deka_Pimenta, @PhilRicelli e @cadusimoes.

Blog e Cinema

Blogs e cinema. Da esquerda para direita: @borbs, @ondei, Felipe Joffily, @chicofireman, @diegomaia e Marcus Baldini.

Após algumas poucas horas de sono e alguns momentos de risadas durante o dia, no final da tarde volto-me para a área de blogs novamente. Desta vez a fim de assistir ao debate intitulado “Blogs E Cinema”, mediado por @chicofireman e com a presença de meus queridos @ondei e @borbs, e ainda @diegomaia, Marcus Baldini e Felipe Joffily. Um ótimo debate, para mim, um dos integrantes do top10 dos conglomerados que participei no evento. Gostei bastante.

O Furo Jornalístico na Música.

Marcelo Negromonte, @nicolasvargas e Karen Kopitar.

Depois de uma rápida tietagem com @ondei e @borbs, um ainda mais rápido jantar e hora de finalizar as palestras da área de blogs com o debate “Furo Jornalístico Musical na Internet”, com mediação de @nicolasvargas (editor-chefe do @PortalMTV) e presença de Karen Kopitar (editora do Dominódromo) e Marcelo Negromonte (editor do UOL Música).

Para fechar o sexto dia do evento e último de palestras, corro para a área de Software Livre a fim de assistir à última palestra do evento, que começa quase uma hora atrasada graças aos acontecimentos do palco principal. Essa é a palestra de Rich Interface Application com Software Livre, voltada para a “plataforma” Qt e ministrada pelo grande Maurício Leal, aka @maltron. Confesso que é uma ótima plataforma, mas ainda sou muito mais JavaFx, tema de sua última palestra no JustJava 2009.

Finalizado realmente o sexto dia, a madrugada foi composta de longas conversas e a manhã do domingo, o tão temido sétimo dia, chegou com aquele sentimento de despedida em nossos corações. Logo lá pelas 6h da manhã, começo a ver as pessoas juntando suas malas e saindo pela última vez da Arena, passando pela última revista, e alguns até derramando a primeira lágrima (sim, vi lágrimas ameaçando cair de olhos sinceros a essa hora) após 7 dias de convívio com pessoas maravilhosas.

O fim.

O fim. Assim começou o último dia.

O evento acabou, voltamos para nossas casas e hoje, após três semanas, posso dar meu parecer sincero e (praticamente) imparcial sobre o evento, sem medo de errar por muito.

A Campus Party é um evento que nasceu da forma certa, com uma ótima idéia, mas que ainda é jovem e tem muito o que aprender. Alguns problemas referentes à infra-estrutura sonora e ao credenciamento e falta de organização na entrada são alguns dos mais citados. Porém, o evento é dotado de grande qualidade e o melhor, ótimas pessoas. Sim, o evento é feito por pessoas e para as pessoas, todos dando o melhor de si a fim de fazer um ótimo evento.

Por mais que as palestras e os painéis e os debates sejam importantes, acredito que a interação entre as pessoas é o mais destacado nesse evento. Gostei bastante do que vi e, apesar de algumas chateações, é praticamente certeza que estarei lá novamente no ano que vem.

Como você já bem sabe, as fotos completas (mais de 600!!) você confere por aqui.

Bom, por aqui me despeço e até 2011.
:D

Distrito 9: O recanto alienígena.

Bom pessoas, estive no Cine’n'Fun nesta tarde de Domingo para assistir o tão comentado “Distrito 9″ (“District 9″, na terra da rainha) e, felizmente, me surpeendi muito com o nível do filme. "Distrito 9"
Confesso que esperava muito desse filme, muito mesmo. Desde o momento que vi que parte da produção seria emcabeçada por Peter Jackson (vide “O Senhor dos Anéis), sabia que isso seria algo novo, bom e muito bem feito.
Minhas expectativas foram confirmadas. Por mais que não seja o objetivo principal do filme, ele despertou em mim um sentimento pensativo sobre o ser humano, suas relações e suas disposições sociais. Um verdade estudo antropológico de proporções imensuráveis, mas baseado em fatos fictícios. E, como em quase todos os filmes hoje em dia, fica visível as etapas da tão falada “saga do herói”.
Acho que a escolha de Joanesburgo para ser palco de tal filme foi, simplesmente, perfeita. Cidade que já foi palco de tantos confrontos entre as diferentes etnias da raça humana, abrigaria de forma estupenda os conflitos de interesse e sentimentos entre humanos e aliens.
Bom, é isso. Espero que gostem do filme tanto como eu. Posso realmente dizer que é um dos melhores filmes de alienígenas que já assisti.
:D

G.I. Joe, Falcon e Comandos em Ação

É pessoal, acreditem se quiserem, é tudo a mesma coisa. Hahahaha! Sim. G.I. Joe é o nome original. Falcon é o primeiro nome a ser comercializado no Brasil pela Estrela. E Comandos em Ação é o segundo nome (com bonecos menores que os Falcon também). A maioria diz que foi que os G.I. Joe foram o alpha do termo Action Figure (Não sabe o que é? Então clique aqui.) e eles estão certos. Seguindo a cronologia dos bonecos, esse foi (literalmente) o começo desse nicho do mercado nerd.

Mas como vocês devem imaginar, não estou aqui para ficar contando a história dos bonecos. E sim, mostrar a minha impolgação após assistir o filme da franquia com personagens de carne e osso e um elenco que não pode passar em branco. Nomes como Dennis Quaid, Marlon Wayans, Brendan Fraser e Arnold Vosloo dão um ar magnífico ao filme.

Confesso que entrei no cinema esperando muito desse filme e felizmente posso dizer que não me decepcionei. Em filmes como esse, você deve deixar seu cérebro em casa e partir para a diversão. Saí do cinema pensandoQue se exploda o roteiro, eu quero é porrada, armas animais, naves mais ainda e efeitos, muitos efeitos!” e por mais estranho que possa parecer, isso é muito bom. Relaxa.

Bom, fiquem tranquilos, não darei spoilers sobre o filme, mas posso dizer que G.I. Joe – A Origem do Cobra merece uma passada no cinema mais próximo de você para ver a porrada comendo solta e se divertir muito com os efeitos e as pitadas de humor que o filme tem. :D

Livros X Filmes … e Harry Potter 6

Hey Folks!

Recentemente, leia-se quarta-feira passada, ocorreu a estréia do sexto filme da saga de Harry Potter, Harry Potter e o Enigma do Príncipe, filme qual eu assisti na Pré-Estréia. Após a sessão, ao chegar em casa, fui ao computador dar uma olhada nas críticas de outros fãs e percebi que muitos deles sairam por aí mentendo a boca no filme, falando que foi ruim, que cortou cenas e tudo mais.

Eu já tomei como verdade única para mim que um filme nunca superará um livro, mesmo porque em um livro, a descrição vai além, deixando a imaginação voar até desenhar a história em sua própria cabeça. Porém, por mais que as adaptações não sejam perfeitas (e nunca serão) os filmes, são quase sempre bons, porque a função do filme é levar à história até que não a conhece por meio das palavras.

(CUIDADO!! A partir daqui, o texto contem spoilers sobre Harry Potter e o Enigma do Príncipe, se não leio ou não assistiu o filme, deixe essa parte para depois!)

Voltando ao Harry Potter, concordo que cortaram várias cenas, “estragaram” algumas outras, criaram algumas coisa (sim, eles criaram cenas) e deixaram muita coisa mal-entendida para quem não conhece a história porém, para os leigos ao assunto, é um filme completamente apaixonante. Tem sua dose certa de comédia, sua dose certa de paixão (com excessão da cena do beijo de Harry e Gina que foi um fiasco) e sua dose certa de ação, como nos momentos finais durante a cena da caverna e a morte de Dumbledore. Palmas também à atuação de Tom Felton como Draco Malfoy durante a morte de Dumbledore. Ahhhh, outra coisa que não posso deixar passar, é eles terem mudado o ator que representa Tom Riddle da Câmara Secreta para esse filme.

Mas como um todo o filme foi muito bom, podendo ser considerado um dos melhores da série.

:D

A Melhor Apresentação em Anos

Essa está sendo a descrição dada por muitos para a simples de inimaginável apresentação que Hugh Jackman fez ontem na 81ª entrega dos Academy Awards, o conhecido Oscar.

Com a ajuda de inúmeros contra-regras, algum coreógrafo genial e da linda (e indicada) Anne Hathway, Hugh Jackman quebrou o paradigma que as apresentação da festa tem que ser algo muito bem produzido, com vários efeitos e tudo mais. Utilizando apenas “coisas que ele criou na própria garagem”, Hugh Jackman cativou o público e foi um dos pilares para “o novo modo de fazer premiações” do Oscar de ontem.

Abaixo você confere o vídeo da apresentação na Íntegra:

(“I AM WOLVERINEEEEEEEEEEE!”)

Assim como muitos, espero que o bom humor pontue as festas dos próximos anos.

(Aqui você confere a lista completa de vencedores.)

:D

Os Academy Awards 2009, o famoso Oscar.

Fonte: Terra

Fonte: Terra

A 81ª noite de entrega dos Academy Awards, o famoso Oscar, aconteceu, como todos os anos, no luxuoso Kodak Theatre, em Los Angeles, com um cenário totalmente novo, luxuoso, com traços de Michelangelo, cortinas de cristais Swarovski e pela primeira vez em alguns anos, não foi criada uma apresentação para a entrega, tendo como apresentador (e show man) o eterno Wolverine, Hugh Jackman, apresentado a premiação de forma criativa e simples, com participação da atriz, indicada por “O Casamento de Rachel”, Anne Hathway.

A fraudulenta lista divulgada durante essa semana com os possíveis ganhadores dos prêmios foi desmentida logo no começo da premiação com a entrega do prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante, na qual a ganhadora foi Penelope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona. Mas, o grande ganhador da noite foi “Quem quer ser um milionário?” (“Slumdog Millionaire”) com direção de Danny Boyle, faturando 8 prêmios na noite.

Tal filme do diretor inglês Danny Boyle foi gravado na India, mais especificamente na cidade de Mumbai, um filme com um orçamento relativamente baixo (em comparação com os outro indicados) mais que cativou o público com sua história ficcional mas que mostra a realidade pobre e sofredora do povo indiano. Por muitos vem sido tido com o “Cidade de Deus” indiano, tendo faturado outros grandes prêmios do circuíto das artes como o Globo de Ouro e o BAFTA (o Oscar da terra da rainha).

Como já esperado, Heath Ledger foi agraciado com o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Batman – O Cavaleiro das Trevas” (“The Dark Knight”) recebido por seus pais e sua irmã, que viajaram da Austrália para Los Angeles especialmente para o entrega. Sua atuação ficará consagrada com a melhor atuação de um Coringa no cinema, até ultrapassando a grande atuação de Jack Nicholson. Como já anunciado, o prêmio ficará com sua filha de 3 anos, a pequena Matilda Rose, atitude apoiada por sua mãe que já não vivia mais com Heath. A homenagem durante a entrega do prêmio arrancou lágrimas de quase todos os presentes demonstrando sua imensa qualidade como ator e pessoa.

A festa passou por remodelações este ano de modo que esta ficasse mais dinâmica, menos densa e menos glamurosa, mas mantendo o luxo de todos os anos, tornando também a platéia parte do show, já que o palco foi aproximado ainda mais da primeira fila, dando oportunidades para o apresentador, Hugh Jackman, brincar com a platéia e tornar a festa deste ano uma nova referência para as próximas.

Algumas gafes também foram cometidas, como na entrega do primeiro prêmio da noite, de Melhor Atriz Coadjuvante, a cortina que ofuscava o telão ao fundo demorou segundos a abrir bloqueando a visão do telão. Outra grafe também percebida, mas que não se sabe se foi proposital ou não, foi no tradicional momento que as grandes figuras de Hollywood que faleceram no último ano são homenageadas. Momento qual a Academia não mostrou e nem citou o nome de Heath Ledger, um dos premiados da noite falecido no último ano.

Abaixo você confere a lista de vencedores da premiação:

Melhor Filme
Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor Ator
Sean Penn, por Milk – A Voz da Igualdade

Melhor Atriz
Angelina Jolie, por A Troca

Melhor Ator Coadjuvante
Heath Ledger, por Batman – O Cavaleiro das Trevas

Melhor Atriz Coadjuvante
Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona

Melhor Diretor
Quem Quer Ser Um Milionário?, Danny Boyle

Melhor Filme Estrangeiro
Departures

Melhor Filme de Animação
Wall-E

Melhor Roteiro Adaptado
Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhor Roteiro Original
Milk – A Voz da Igualdade

Melhor fotografia
Quem Quer Ser um Milionário?, Anthony Dod Mantle

Melhor direção de arte
O Curioso Caso de Benjamin Button, Donald Graham Burt, Victor J. Zolfo

Melhor figurino
A Duquesa, Michael O’Connor

Melhor documentário em longa-metragem
Man on Wire, James Marsh, Simon Chinn

Melhor documentário em curta-metragem
Smile Pinki, de Megan Mylan

Melhor montagem
Quem Quer Ser Um Milionário?, Chris Dickens

Melhor maquiagem
O Curioso Caso de Benjamin Button

Melhor trilha sonora original
Quem Quer Ser Um Milionário?, A.R. Rahman

Melhor Canção
Quem Quer Ser Um Milionário?, com Jai Ho

Melhor Curta-Metragem de Animação
La Maison de Petits Cubes, Kunio Kato

Melhor Curta-Metragem
Spielzeugland (Toyland), Jochen Alexander Freydank

Melhor Edição de Som
Batman – O Cavaleiro das Trevas, Richard King

Melhor Mixagem de Som
Quem Quer Ser Um Milionário?

Melhores Efeitos Visuais
O Curioso Caso de Benjamim Button

O Dia Em Que A Terra Parou, por erro fatal do windows

Hey Folks!
Hoje ao passar pelo shopping fui assistir o primeiro remake do ano, “O Dia Em Que A Terra Parou”, e confesso, me surpreendeu profundamente, muito melhor do que eu jamais imaginaria.
Os papéis principais são, sem dúvida a doutora Helen e o extraterrestre Klaatu, representados pro Jennifer Connelly e Keanu Reeves, respectivamente e não deixaram a peteca cair. Klaatu, Keanu, representa um alien totalmente sem expressão e sentimento, que na verdade, apenas adiquiriu uma forma humana. Não vou falar nada do filme, porque seria uma espécie de spoiler, por mais que o filme original tenha sido feito em 1951, mas é melhor previnir.
Agora vamos à parte da coisa que eu entendo, a tecnologia. No filme, é visível o patrocínio da Microsoft e um fato até surpreendente será contado a baixo. Pra começar, o notebook da Dra. Helen possui um adesivo colado da tampa com o símbolo do Windows Vista, uma coisa um tanto quanto estranha até para mim. Depois apareceu a tão esperada Microsoft Surface, utilizada, no filme, para expor os dados dos tubos de ensaio com tecidos do alien, Klaatu (Keane) e algumas fotos. E por último, a coisa que mais me surpreendeu… Pela primeira vez, em todos os filmes que eu assisti depois de 2000, alguém escuta música em um player que não é um iPod, isso mesmo, o garoto Jacob, filho de criação da Dra. Helen escuta música em um player com fones pretos, que seguindo a trilha de patrocínio do filme, deve ser um Microsoft Zune.
E pensando junto com meu amigo Vinícius, vulgo SAP, que me acompanhou no cinema (por acaso, mas sim) chegamos à uma puta conclusão: esse filme fazia parte da campanha do presidente americano Barack Obama, afinal, a frase mais dita no filme é “We Can Change”, slogan da campanha do primeiro presidente negro americano.
Finalizando, eu sugiro profundamente o filme, mas com olhos fantasiosos claro, do ponto de vista cético é apenas uma mega boga merda foda. 

Well, that’s all folks!
:D