Os melhores albúns do ano (para mim)

Pessoas, antes de começar a enumeração dos melhores albúns do ano para mim, gostaria de dizer que não existe ordem de importância. Todos foram muitoo bons e marcantes esse ano. Não coloco-os todos em uma linha apenas porque isso não é possível aqui. Se fosse, tenham certeza que eu o faria.
(Links nas imagens.)

Wolfmother
“Cosmic Egg”
Wolfmother - Cosmic Egg

Cosmic Egg é um dos mais belos discos de Hard Rock dos últimos anos, na minha opinião. Desde o primeiro disco, auto-intitulado, o Wolfmother vem fazendo um som agressivo, elaborado e pesado, muito pesado em comparação com as tendências atuais da música.

A banda australiana composta por apenas três integrantes mostra que veio para ficar, e com dois discos lançados, mostra que o hard rock não morreu junto com os anos 80, ele está aí, vivíssimo!

Destaques: “New Moon Rising”, “Violence Of The Sun”, “In The Castle”, “California Dream”.

Vivendo do Ócio
“Nem Sempre Tão Normal”
Vivendo do Ócio - Nem Sempre Tão Normal

O Vivendo do Ócio surgiu ao melhor estilo Jack Bauer de ser: Pé na porta e tapa na cara. Vindos de Salvador, o quarteto faz um som rápido, dinâmico, que conta histórias (e estórias possivelmente) do cotidiano juvenil de um rocker muito bem formado.

De porres e ressacas, à paixões e desilusões, passando por muito álcool e rock’n'roll, a banda resgata o espírito do “faça você mesmo” com um disco animador e dançante, ou melhor, “punkeante”.

Destaques: “Meu Precioso”, “Fora, Mônica!”, “Rock Pub Baby”.

Yeah Yeah Yeahs
“It’s Blitz!”
Yeah Yeah Yeahs - It's Blitz!

It’s Blitz foi um dos primeiros discos do ano e chegou fazendo estardalhaço. O vocal marcante da namorada de Spike Jonze, a vocalista Karen O, leva as músicas à um nível que poucos conseguem, e conseguiram.

O disco começa com o hit “Zero”, seguido da dançando “Head Will Roll”. À partir daí, o disco toma uma forma mais calma, algo puxado para a clássica “Maps” (do primeiro albúm do trio, o Fever To Tell) que agrada à muitos, como eu.

Destaques: “Hysteric”, “Runaway”, “Heads Will Roll”.

Muse
“The Resistance”
Muse - The Resistance

The Resistance pode ser considerado um típico disco do Muse. A já conhecida mistura de componentes eletrônicos, a solos faraônicos nas guitarras de Matthew Bellamy e melodias de música clássica torna o disco um dos melhores do ano.

Fazendo-o ir do mais dançante ao mais elaborado, passando por baladas e sons que facilmente animariam uma pista, sem a necessidade de um remix.

O disco possui o som marcante do Muse, mostando à que veio logo na primeira faixa, “Uprising”. Tendo até, um som “a la Timbaland” na faixa “Undisclosed Desires”, segundo single do disco.

Destaques: “Undisclosed Desires”, “Unnatural Selection”, “The Resistance”, “MK Ultra”.

Arctic Monkeys
“Humbug”
Arctic Monkeys - Humbug

Humbug marca a virada brusca no rumo dos britânicos megalomaníacos do Arctic Monkeys. Um disco cheio de sons diferentes e melodias nada semelhantes ao dançante e animado indie rock de seus dois predecessores. Porém, mostrando o potencial de uma banda essencialmente dinâmica, em poder ser elaborada e concordante em todo o contexto do disco.O primeiro single, “Crying Lightning”, fez alguns fãs e adoradores da banda torcerem o nariz para o disco. E logo uma semana antes do lançamento (quando o disco “vazou”), a histeria foi geral. Pessoas procurando “I Bet You Look Good On The Dancefloor” novamente neste disco ficaram revoltadas e deram ao disco as costas, coletivas.

Mas, como é da minha essência discordar de todos… Gostei muito do disco. Apesar de diferente, ele mostrou que a banda que conhecemos há 4 anos, não parou no momento em que saíram de Sheffield, continuando uma linha temporal evolutiva através de seus discos.

Destaques: “Crying Lightning”, “Cornerstone”, “Dangerous Animals”, “My Propeller”.

Vários Artistas
“(500) Days Of Summer” – Official Soundtrack
Vários Artistas - (500) Days Of Summer (Official Soundtrack)

A melhor trilha sonora do ano traz coisas consideradas estranhas, underground e muito famosas mas que nunca soubemos o nome.

Bem como o maravilhoso filme, a trilha sonora alterna entre momentos depressivos e momentos extremamente felizes, contendo clássicos dos Smiths, Pixies e até minha queridinha do ano, Wolfmother.

LISTEN TO THIS ALBUM!!

Destaques: “There Is A Light That Never Goes Out”, “Vagabond”, “Sweet Disposition”, “She’s Got You High”.

The Bravery
“Stir The Blood”
The Bravery - Stir The Blood

Desde o primeiro disco, o Bravery vem mudando, buscando novas sonoridades sempre diferentes.  “The Bravery” foi um albúm muito bom, mostrando uma sonoridade diferente para a época. “The Sun And The Moon” começou a mostrar uma possível mudança no som da banda.

Tais mudança ficaram claras no terceiro albúm da banda, “Stir The Blood”, fazendo um belíssimo disco. Rápido e dançante, me lembrando o bons tempos, que eu não participei, da abertura do indie para o mundo, porém conservando certas marcas da banda.

Destaques: “Hatefuck” etc. (Ouça o disco como um todo, é bom)

Cachorro Grande
“Cinema”
Cachorro Grande - Cinema

Parece que 2009 foi o ano das mudanças de sonoridades, para alguns. Um desses alguns é a famosa (e antiga) banda gaúcha que faz um rock’n'roll muito bom, o Cachorro Grande.

Sempre gostei muito do som deles, com sons bem sessentistas e de nativo rock’n'roll e alguns sons mais calmos, com letras simples mas marcantes e bem feitas.

“Cinema”, o quinto disco de estúdio da banda, mostra uma mudança, facilmente perceptível, no som da banda, deixando um pouco de lado o som simples e pouco elaborado da banda e passando para uma fase mais calma e pensada. Algo que me agrada.

Destaques: “Dance Agora”, “Ela Disse”, “Eileen”.

The Dead Weather
“Horehound”
The Dead Weather - Horehound

“Horehound” é um típico albúm estranho, com uma sonoridade diferente, feito por pessoas estranhas e feito com muito, mas muito boa vontade.

O disco traz um som que lembra muito as bandas “oficiais” de seus componentes, com sons estranhos, ótimas guitarras, o peso e o maravilhoso vocal feminino. Formado pelo workaholic Jack White (The White Stripes), Alison Mosshart (The Kills), Dean Fertita (Queens Of The Stone Age) e Jack Lawrence (The Greenhornes, mas que toca com Jack White no Raconteurs), banda carrega o ouvinte para um outro mundo, que lembra cenários bons dos anos que ainda estão por vir.

Destaques: “Treat Me Like Your Mother”, “I Cut Like A Buffalo”, “Bone House”

Lily Allen
“It’s Not Me, It’s You”
Lily Allen - It's Not Me, It's You

A britânica Lily Allen chegou ao mundo com seu mega-boga sucesso “Smile”. Canção com uma fórmula simples, mas marcante, até para quem não é fã de música pop, como eu.

Já em seu segundo disco, Lily Allen traz um belo composite de canções, marcadas pelo bom humor e pela sua voz, que vezes nos cansa, mas na maioria delas, é responsável pelo desenho das curvas melodiosas de suas canções.

Um ótimo disco que não deve ser deixado de lado, com muitas ótimas canções, animadas e felizes.

Destaque: “Fuck You”, “Chinese”, “Everyone’s At It”, “The Fear”, “I Could Day”.

Melody Gardot
“My One And Only Thrill”
Melody Gardot - My One And Only Thrill

Sou suspeito para falar desta cantora canadense. Sua sonoridade sempre me fez feliz, alegre e, por mais triste que possa o jazz parecer, apaixonado por tal.

Melody Gardot já passou por muito nessa vida, e com certeza, muito já aprendeu (pesquise mais e saberá sua história de superação) trazendo em seu terceiro disco, um som muitíssimo elaborado, com orquestrações maravilhosas realmente dignas de clássicos do jazz.

Destaques: “If The Stars Were Mine”, “Baby I’m A Fool”, “Our Love Is Easy”.

Norah Jones
“The Fall”
Norah Jones - The Fall

Desde a clássica “Come Away With Me”, Norah Jones sempre agradou à todos com sua sonoridade calma e sempre marcada com sua voz suave.

“The Fall” é um disco composto com uma leveza natural da garota, que traz de novidade a guitarra elétrica nas mãos da musa dando um tom “jazzístico” à algumas faixas do disco.

Confesso que ouví o disco em loop durante vários dias e fiquei muitooo feliz.

Destaques: “Chasing Pirates”, “Back To Manhattan”, “Even Though”.

The Pains Of Being Pure At Heart
“The Pains Of Being Pure At Heart”
The Pains Of Being Pure At Heart - The Pains Of Being Pure At Heart

O disco com o nome mais “fofinho” do ano, feito pela banda com o nome mais “fofinho” do ano é um disco com diferenças muito clara no peso das faixas.

Guitarras distorcidas, pesadas, misturadas ao vocal sincero fazem o disco atrair você do começo ao fim, fazendo você cantar e dançar sentado em seu próprio lugar.

Destaques: “The Contender”, “Everything With You”, “Stay Alive”.

Pete(r) Doherty
“Grace/Wastelands”
Peter Doherty - Grace/Wastelands

Para quem achava que Pete Doherty (ex-Libertines c/ Carl Barat) estava dissolvido pela cocaína… é verdade, ele se dissolveu! Hahahaha!

Kidding guys, mas ele está quase lá. “Grace/Wastelands” traz ótimas músicas que ficaríam ainda melhores se não fossem cantadas por ele. A voz dele escorrendo pelo canto da boca fica boa em uma ou duas músicas, mas em um disco inteiro definitivamente não.

É um ótimo disco para se aprender à tocar violão.

Destaques: “Arcadie”, “Last Of English Roses”, “Broken Love Song”.

Placebo
“Battle For The Sun”
Placebo - Battle For The Sun

“Battle For The Sun” foi um disco muitíssimo esperado nesse ano. O Placebo estava há algum tempo sem lançar nada (desde o depressivo “Meds”) e deixo-nos ainda mais anciosos quando lançou o primeiro single omônimo na rede.

Segudo a banda, ela saiu de sua fase depressiva-gótica e isso é um tiquinho visível no disco. O som está mais animado, mas pesado e me faz lembrar os bons tempos de “36 Degres”, “English Summer Rain” e músicas clássicas como essas. Um ótimo disco para chacoalar, levantar a poeira e dar a volta pelo lado. Hahaha!

Destaques: “Battle For The Sun”, “Ashtray Heart”, “Come Undone”.

Plastiscines
“About Love”
Plastiscines - About Love

“About Love” foi mais um daqueles discos que eu baixei no Glamorous Indie Rock’n'Roll para não ouvir. Sabe aquele disco que você baixa apenas para ter.

Mas… eu estava em uma fase muito aberta à novas experiências e decidi experimentar. O resultado, como vocês já devem saber, não foi ruim. Adorei o disco. Uma pegada bem rock, me lembrando os bons tempos do The Donnas. Fazendo algo que me dê vontade de tocar riffs na minha air guitar pela rua, coisa que apenas bandas como Led Zeppelin, AC/DC, Wolfmother, The Donnas e mais algumas conseguiam.

Destaques: “Barcelona”, “Another Kiss”, “From Friends To Love”.

Them Crooked Vultures
“Them Crooked Vultures”
Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures

O Them Crooked Vultures venho com um peso natural já esperado graças à presença do mestre (e ex-baixista do Led Zeppelin) John Paul Dones, do atemporal (e ex-baterista do Nirvana e frontman do Foo Fighters) Dave Grohl e o estranho-com-cara-de-drogado (e frontman do Queens Of The Stone Age) Josh Homme.

Para os que esperavam muito do disco, como eu, sentiram algo muitoo bom que trouxe algo que faltava para terminar bem o ano com algo trazendo o rock a essência. Com certeza, um dos 5 melhores discos do ano.

Destaques: “New Fang”, “Caligulove”, “Bandoliers”.

White Lies
“To Lose My Life”
White Lies - To Lose My Life

White Lies é uma das aparições do ano de 2009, destacando-se tanto para o pessoal do indie quanto para a galera batidinha do mainstream, entrando até na trilha sonora de Jennifer’s Body.

O disco traz o vocal grave e marcante da banda com melodias que lembram uma versão mais pop dos clássicos do Interpol.

Destaques: “To Lose My Life”, “Death”, “A Place To Hide”, “E.S.T.”.

Cabos, fios e plugs, muitos plugs

O albúm “The Resistance”, do Muse, já pode ser colocado na lista de melhores do ano apesar de ter sido lançado há pouco tempo.
A banda fez da primeira faixa, o primeiro single. Uprising ganhou um clipe (que pode ser visto aqui) digno dos vídeos do último disco da banda (“Black Holes And Revelations”, 2005) e, certamente, abriu as portas para o novo disco que trás algumas inovações, marca registrada do Muse.
Para segundo single, a banda escolheu a terceira faixa do disco, Undisclosed Desires. Faixa que fez alguns dos ouvintes, e fãs da banda, torcerem o nariz, classificando-a como uma “baladinha meio Timbaland meio R&B”. Veja o clipe da música e tire suas próprias conclusões.

O clipe conta com cabos, mais cabos, fios, mais fios e plugs, muitos plugs, incluindo um no mini-salto da bota de Matthew Bellamy, o vocalista. Além de uma dançaria (tipicamente carioca requebradeira), marcações e mais algumas bizarrices. O visual “futurista” e “plugged” me agradou bastante.

:D

U2 Webcast @ YouTube

Na noite de Domingo (madrugada de segunda-feira aqui no Brasil), o YouTube transmitiu ao vivo, por streaming, um dos maiores shows que eu já puder assistir em toda a minha vida: U2 360º.

Estrutura principal do palco. Clique na foto para ver mais imagens.

Estrutura principal do palco. Clique na foto para ver mais imagens.

O show foi realizado em Los Angeles, no Rose Bowl (um dos maiores estádios dos EUA), e contou com uma mega estrutura que deixou todos de queixo caído. Faziam parte da estrutura imensos telões compostos de painéis de LED suspensos acima do palco que girava durante a apresentação toda, levando os integrantes do U2 aos olhos de todos os espectadores. Uma estrutura digna para uma das melhores bandas de todos os tempos.

A apresentação foi transmitida ao mundo todo pelo popular filho do Google, o YouTube, no canal oficial do U2 no site. Que coordenou com maestria os recursos, levando as imagens à todos os cantos do mundo e à todas as velocidades de conexão possíveis, permitindo às pessoas que possuíam uma conexão de 100bkps de assistir ao show com sincronismo (quase) britânico.

Espero que tal evento ocorra mais vezes e com muitos outros artistas. Parabéns à todos os envolvidos em tal ação.

Aqui você confere mais fotos do show.

:D

Os Curitibanos de Copacabana

What The Fuck? Curitibanos de Copacabana? Isso mesmo. Falo dos curitibanos do Copacabana Club uma das bandas da barulhente e agitada cena independente da cidade de Curitiba, pra quem não sabe, a capital do Paraná. Encontrei essa banda enquanto eu dava uma olhada no MySpace do super duo brasileiro The Twelves. Foi amor aos primeiros acordes, adorei a sonoridade da música, que na época fazia parte do meu cotidiano musicístico e desde lá, as 6 músicas que tenho sempre me acompanham onde eu vou, em qualquer lugar, qualquer hora e qualquer clima, sempre me alegrando, pois na essência é um som alegre.

Nessa semana que se passa, a banda lançou seu primeiro clipe oficial, da músic “Just Do It”, com apoio do projeto Levi’s Music e do Coletivo AtAlho. Um clipe muito bom, comparável à clipes de grandes e bombados músicos mundo à fora,  e que além de tudo faz juz ao som brilhante da banda. Tal clipe navegou na web e fez tanto sucesso nesses últimos 5 dias que foi parar até no blog de Kanye West (por aqui), graças à outro blog gringo , o Prefix.

Aqui você consegue algumas músicas da banda, aqui você vai para o MySpace, aqui você conhece o site (INMWT, ou In New Music We Trust) que me traz notícias deles e abaixo você vê o tão falado clipe:

Just Do It from copacabana club on Vimeo.

Vamos ensinar ao Killers como se faz um disco?

Hey folks!

Eu acho que essa seria a primeira fala dos caras do Franz Ferdinand depois do lançamento de “Tonight Franz Ferdinand”.

O terceiro disco da banda escocesa, que caiu nas graças do grande público em 2002 com o seu disco de estréia auto-entitulado “Franz Ferdinand”, não deixou a peteca cair depois do sucesso de seu segundo albúm, o aclamado “You Could Have It So Much Better”, e dispensa qualquer comentário da minha parte, já que as músicas e suas letras falam por sí só, mas um comentário que vale fazer é que o disco é todo, sem nenhum “porém”, completamente animado.

Há um bom tempo o grupo vêm liberando suas músicas desse novo disco na web, bem como vídeos das gravações, que apenas atiçavam a espera dos fãs em todo mundo. A último foi liberada na semana que passou e foi a faixa de número 5 do disco, entitulada “Twilight Owens”.

A data de lançamento do disco é 26 de Janeiro, mas como vivemos no mundo da informação e da falta de segredo, tal compilação já vazou.

Para baixar o disco, clique aqui, via INMWT.

 

Well, that’s all folks!

:D

Os 5 melhores discos de 2008 (pra mim)…

Hey folks!

Todo final de ano, blogs e mais blog publicam suas listas e mais listas, Os dez melhores disso, os dez melhores daquilo, e piores disso etc. Aqui a coisa será simples, rápida, fácil e indolor. Apenas os 5 melhores discos do ano pra mim.

(Apenas lembrando, esse Top 5 não respeita qualquer ordem de importância, todos são maravilhosamente bons)

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Kings of Leon – Only By The Night

Quarto disco de Southern Rock muito esperado e elogiado pela crítica. Sucessor do famoso “Because Of The Times”, “Only By The Night” não deixou a peteca cair. Um disco misto de momentos super alegres, e momentos depressivos. Letras bem pensadas e a figura de um confidente para muito presente no disco. O primeiro single. Três, das onze, músicas do disco foram soltas na internet antes do disco pela própria banda em seu site. São as três primeiras faixas do albúm, “Closer”, “Crawl” e “Sex On Fire”. “Sex On Fire” foi o primeiro clipe e não decepcionou, deixou todos impressionados com a capacidade de produção da banda. O segundo clipe foi para a música “Use Somebody” e não deixou por menos.

Mais:
Wikipedia
Last.fm

Download do albúm

1. “Closer”
2. “Crawl”
3. “Sex on Fire”
4. “Use Somebody”
5. “Manhattan”
6. “Revelry”
7. “17″
8. “Notion”
9. “I Want You”
10. “Be Somebody”
11. “Cold Desert”

Clipe:
Sex On Fire
Use Somebody

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Keane – Perfect Symmetry

Terceiro disco da banda britânica de brit-pop foi muito aguardado pelos fãs em geral, porém logo na primeira música liberada, “Spiralling”, já assustou alguns e colocou em xeque o sucesso desse novo rumo. Logo após o lançamento do albúm completo, todos viram que não era bem aquilo, e que aquela música era apenas uma música. O albúm mantém o espiríto de “Under The Iron Sea” mas é inevitável o aparecimento de violões e guitarras. O vocal de Tom Chaplin continua impossível de se enganar. Antes do lançamento oficial do albúm, o grupo foi à um programa da rádio BBC de Londes e tocaram três músicas do albúm, “Spiralling”, “The Lovers Are Losing”, “Better Than This” e por erro do programador “Love Is The End”. Os primeiro singles foram, respectivamente “Spiralling” e “The Lovers Are Losing”, bem como os dois primeiros clipes do album. Lembrando que uma semana antes do lançamento físico do disco, ele foi disponibilizado para audição no Last.fm, na íntegra.

Mais:
Wikipedia
Last.fm

Download do albúm

1. “Spiralling”
2. “The Lovers Are Losing”
3. “Better Than This”
4. “You Haven’t Told Me Anything”
5. “Perfect Symmetry”
6. “You Don’t See Me”
7. “Again and Again”
8. “Playing Along”
9. “Pretend That You’re Alone”
10. “Black Burning Heart”
11. “Love Is the End”

Clipe:
Spiralling
The Lovers Are Losing

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Oasis – Dig Out Your Soul

Novamente os irmãos Gallagher arrebentam em um disco. Esse é o veredicto depois de ouvir o último disco do Oasis várias e várias vezes. Dig Out Your Soul teve apenas sua capa divulgada préviamente na web, capa que foi assinada por um dos principais artistas de Londres, Julian House. É um disco de rock’n'roll muito bom, e não decepciona. Seu primeiro single e clipe foi a música “The Shock Of The Lightning” seguida de “I’m Outta Time” e da ainda não feita mas já anunciada “Falling Down”.

Mais:
Wikipedia
Last.fm

Download do albúm

1. “Bag It Up”
2. “The Turning”
3. “Waiting for the Rapture”
4. “The Shock of the Lightning”
5. “I’m Outta Time”
6. “(Get Off Your) High Horse Lady”
7. “Falling Down”
8. “To Be Where There’s Life”
9. “Ain’t Got Nothin’”
10. “The Nature of Reality”
11. “Soldier On”

Clipe:
The Shock Of The Lightning
I’m Outta Time

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3namassa – Na Confraria das Sedutoras

“Na Cofraria das Sedutoras” é o primeiro albúm do trio “3namassa”, ou “3 Na Massa”, formado por Pupilo, Dengue e Rica Amabis. Os dois primeiro integrantes do “Nação Zumbi” e o último de um coletivo musical chamado “Instituto”. Esse disco não contém vocal de nenhum dos três, apenas o vocal de 13 mulheres, distribuídas nas 13 faixas do disco. O som é brasileiro, com uma pitada de bossa, mpb, eletrônico e tudo mais que essa nova leva de músicos brasileiros vêem trazendo. Eles participaram de um especial da MTV, mostrando todos os novos músicos do Recife. O primeiro clipe é com a cantora e atriz Leandra Leal, cantora da primeira faixa do disco chamada “Certeza”.

Mais:
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Last.fm

Download do albúm

1. “Certeza” (Part. Esp.: Leandra Leal)
2. “O Seu Lugar” (Part. Esp.: Thalma de Freitas)
3. “Doce Guia” (Part. Esp.: CéU)
4. “Tatuí” (Part. Esp.: Karine Carvalho)
5. “Estrondo” (Part. Esp.: Geanine)
6. “Lágrimas Pretas” (Part. Esp.: Pitty)
7. “Pecadora” (Part. Esp.: Simone Spoladore)
8. “O Objeto” (Part. Esp.: Nina Becker)
9. “Quente como Asfalto” (Part. Esp.: Cyz)
10. “Morada Boa” (Part. Esp.: Nina Miranda)
11. “Certa Noite” (Part. Esp.:

Karina Falcão)
12. “Sem Fôlego” (Part. Esp.: Lurdes da Luz)
13. “Tarde Demais” (Part. Esp.: Alice Braga)

Clipe:
Certeza

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Paramore – Riot!

“Riot!” é o segundo disco de estúdio da banda de tenessee de vocal feminino que se destacou apenas esse ano no cenário mundial, levando vários prêmios e a histeria perseguidora de seus fãs juvenis. A banda passou pela Brasil nesse ano e fez um show um tanto quanto “fraco” graças à uma gripe da vocalista Hayley Williams. O disco é muito bom, alternando momentos de intenso rock’n'roll, guitarras gritando como em “Born For This” e momentos emotivos como em “When It Rains”. O primeiro single foi “Misery Business”, seguido de “Crushcrushcrush”, “That’s What You Get” (que teve o clipe gravado na cidade natal da banda junto com seus amigos e também “Hallelujah”.

Mais:
Wikipedia
Last.fm

Download do albúm

1. “For a Pessimist, I’m Pretty Optimistic”
2. “That’s What You Get”
3. “Hallelujah”
4. “Misery Business”
5. “When It Rains”
6. “Let the Flames Begin”
7. “Miracle”
8. “Crushcrushcrush”
9. “We Are Broken”
10. “Fences”
11. “Born for This”

Clipe:
Misery Business
Crushcrushcrush
That’s What You Get

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Bom leitores, espero que gostem.
Well, that’s all folks!
Um feliz natal e um próspero ano novo à todos.

:D

Teddy Picker…

Hoje eu visitava um dos blogs musicais que sempre visito e li uma noticiazinha de rodapé, ela dizia que já havia saído o clipe de Teddy Picker, segunda faixa do albúm Favourite Worst Nightmare dos ingleses do Arctic Monkeys, e terceiro single do albúm (que será lançado no dia 3 de Dezembro), disponibilizado em vinil compacto, LP, CD e no meio digital (todos com a B-side Bad Woman). Na minha opinião, essa música, como a segunda do disco, mostrou de verdade o que seria tal disco, porque a primeira faixa – e primeiro single – Brainstorm não é uma representação fiel do cunho que o disco tem.

Agora com você, dirigido por Roman Coppola, Teddy Picker:

Good bye! See you later.