Dá pra parar de reclamar do chat do Facebook e fazer alguma coisa?

Há quase um mês ouço reclamações de Deus e o mundo sobre a mudança do chat do Facebook[bb]. Amigos reclamando, Gizmodo[bb] fazendo milhares de artigos sobre etc. Pronto, encheu o saco.

Para os desavisados de plantão, desde fevereiro (de 2010) o Facebook já oferece suporte para que seus usuários utilizem seu sistema de chat fora do Facebook através da tecnologia mundialmente conhecida Jabber (XMPP).

Você pode utilizar qualquer client Jabber[bb] que conheça, goste ou tenha ouvido falar. As configurações são as mesmas para todos eles. Crie uma nova conta e insira as seguintes informações:

  • Protocolo: XMPP or Jabber
  • Nome de usuário: <facebook id>
  • Domínio: chat.facebook.com
  • ID do Jabber: <facebook id>@chat.facebook.com
  • Senha: <sua senha do Facebook>
  • Porta: 5222
  • Servidor: chat.facebook.com
  • Usar SSL/TLS: não
  • Permitir autenticação de texto simples: não

(Algumas particularidades existem em cada client Jabber, como uso de SSL e coisas do tipo.)

Atente-se para o <facebook id>. Caso você não saiba o seu, verifique esta página sobre o chat e escolhe qual programa mais lhe apetece (imagem abaixo). Ao escolher o programa, ele mostrará suas informações (você tem que estar logado, é claro) e como realizar a configuração step-by-step.

Como configurar seu client?

Vá até a página, escolha seu programa na lista dentro do box vermelho e veja como configurá-lo

Depois disso, seu client Jabber já estará acessando seu chat do Facebook listando todos os seus amigos online, offline ou ausentes.

Portanto, KEEP CALM AND PARA DE RECLAMAR!

Obama janta com a galera do TI

Ontem a noite, quinta-feira (17/02/2011), o presidente americano Barack Obama[bb] jantou com os cabeças da tecnologia mundial na Casa Branca, incluindo Steve Jobs[bb] (que teve sua saúde estampada nos tablóides das últimas semanas) da Apple[bb], Mark Zuckerberg[bb] do Facebook[bb], Eric Schmidt do Google[bb], Larry Ellison da Oracle[bb], Carol Bartz do Yahoo[bb], John Chambers da Cisco[bb], Dick Costolo do Twitter[bb], Reed Hastings da Netflix, Steve Westly do Westly Group, Art Levinson da Genentech, Joh Hennessy da Universidade Stanford e John Doerr do KPCB.

Barack Obama e a galera do TI.

Barack Obama janta com líderes da tecnologia (imagem: divulgação/Casa Branca)

Tá pensando que cama d’água é coisa de motel?

MacBook Pro em seu colchão d'água

MacBook Pro (rodando Windows) em seu confortável colchão d'água.

Pode ter certeza que não! Algum maluco destemido e aventureiro criou um colchão d’água diferente, extremamente diferente. Um colchão d’água para seu laptop. Isso mesmo, para o seu laptop. E como se não bastasse um maluco que inventou, teve algum outro maluco (ou provavelmente o mesmo doido) que utilizou o seu MacBook Pro para tirar a fotografia.

Por mais que parece algo pra ficar no colo e ser ultra-confortável, água e eletrônicos estão longe de ser palavras bem casadas no meu vocabulário.

{Via Gizmodo BR}

Rau-Tu: Hosts? Domínios? WordPress? WTF? (Parte I)

Ontem, movido pelo sentimento de dúvida, @oMarinno iniciou uma série de perguntas ao mundo digital sobre registro de domínios e hospedagem e servidores do o diaboàquatro. Diante de tal situação, @oMarinno então sugeriu-me um post nesse diário quase invisível sobre as perguntas (e respostas, é claro) de tal mundo, novo para alguns, como ele.

Portanto, abaixo, responderei algumas perguntas propostas por ele e darei algumas explicações sobre conceitos que estiverem embrenhados em tais respostas. Espero que seja esclarecedor à todos

O que é um servidor?

Servidores são máquinas que provém algum serviço online ou respondem por determinado protocolo. No caso de sites, páginas na web, serviços online e coisas ligadas à internet, os servidores são algumas vezes chamados de webservers ou apenas servidores web e respondem, principalmente ao protocolo HTTP. Podendo ter em si alguma linguagem de programação voltada para a web, como PHP, ColdFusion etc. Também utilizando outras ferramentas/linguagens auxiliares, como CSS, JavaScript etc.

Atualmente, tais servidores espalhados pela núvem são (quase sempre) virtuais, hospedados em gigantescos datacentes ao redor do mundo.

Como fazer o upload de algo nele?

Existem inúmeras maneiras de colocar conteúdo e arquivos em tais servidores. Hoje, protocolos como FTP e SSH (Através do SCP) são os mais utilizados. Tais protocolos podem ser utilizados através de ferramentas de upload como o FileZilla, WinSCP, Cyberduck.

Algumas empresas de hospedagem, além de suporte aos protocolos acima citados, também oferecem upload de arquivos através ferramentas próprias em páginas de controle de sua hospedagem, com é o caso do antigo (e já extinto) Yahoo! GeoCities.

Eu posso montar tudo no WordPress e então colocar o meu www (acho que @oMarinno quis dizer sobre seu domínio) pra entrar lá? como fazer isso?

Vamos esclarecer alguns pontos muito importantes sobre o WordPress e que ainda geram grandes dúvidas em alguns usuários. O WordPress hoje, conta com duas instâncias:

Número 1 (WordPress.org): plataforma de blogs (ou gerenciador de conteúdos) open-source, regido sob licença GPL, ou seja, completamente gratuíto e com o código totalmente aberto. Desenvolvido por Ryan Boren e Matthew Mullenweg, utilizando o PHP e o (pseudo) banco de dados MySQL, o quase rei dos bancos de dados das aplicações web. Apesar de mantido por seus desenvolvedores fundadores e outros agregados, um dos grandes suportes do WordPress hoje é o desenvolvimento pela comunidade (por aqui), graças à sua fácil, simples e direta customização.

Número 2 (WordPress.com): implementação da plataforma citada na instância número 1, que permanece na núvem e oferece hospedagem gratuita de blogs em seus servidores com opções de customização menores em relação à plataforma aberta gração à distribuição apenas de um serviço, e não de um servidor completo de hospedagem.

Determinadas tais instâncias, minha resposta é que é possível transportar tudo que foi feito em um blog no WordPress.com para uma implementação própria em uma hospedagem própria, relacionada à um domínio próprio.

Mas, além de todas essas oportunidades, o WordPress.com ainda oferece opção de customização de seu domínio (aquele citado por @oMarinno no enunciado da pergunta como o “www” dele) e algumas customizações de CSS sob um valor de, aproximadamente, US$ 15.

Se eu montar um site no DreamWeaver como upar isso?

O DreamWeaver, para os que não o conhecem, uma ferramenta WYSIWYG (sigla para “What You See Is What You Get“, em tradução literal “O que você vê, é o que você consegue“) para desenvolvimento de web que conta com um editor bom de código, ferramentas de FTP, análise, e componentes HTML prontos para serem apenas arrastados para a página, tornando o deesenvolvimento de sites fácil até para leigos.

Como todo editor de páginas web, o DreamWeaver gera arquivos comuns no mundo web, como .html, .htm, .php e outras extensões conhecidas na web. Tais arquivos podem ser colocados em seu servidor através de protocolos de transferência citados lá encima, como o FTP (já integrado nativamente ao DreamWeaver).

O DreamWeaver é uma ferramenta fechada, paga, desenvolvida pela (já extinta) Macromedia (também criadora do Flash) e que hoje foi incorporada/engolida/comprada pela Adobe (a gigante por trás do PDF).

Servidor pago: quanto precisa pra colocar textos algumas imagens e musicas?

Espaço disponível para armazenagem já foi um problema muito grande. Antigamente, planos acima de 200MB eram coisa raras. Hoje já é possível encontrar hosts sem limite de armazenagem, ou com limites acima da casa dos 5GB, o que é coisa pra caramba.

Porém, com os antigos 200MB, já era possível fazer muitas e muitas coisas. Um grande exemplo disso é este blog aqui. Atualmente ele utiliza 40% da capacidade de armazenamento, que é apenas 100MB (Cortesia, é claro!).

Hoje, como a web enriqueceu-se, além de espaço de armazenagem, são levados em consideração outros fatores, como limite mensal de tranferência, número de bancos de dados de um determinado tipo, armazenagem por banco.

Portanto, espaço de armazenamento não é tudo.

Essa é apenas a primeira parte desse tutorial/faq. A segunda parte virá logo, com mais respostas sobre registro de domínios, redirecionamento e o básico para a criação de um site/blog.

Até lá.

:D

Campus Party 2010 – Dias 5,6, 7 e o Fim!

Hey pessoas do meu Brasil varonil!

Finalizando minha série de posts sobre “o maior evento da internet brasileira”, a Campus Party. Porém, já faço tal post já do conforto bauruense, por mais atrasado que isso seja. AUHAUHA!

Bom, os últimos dois dias (dois e meio, na verdade) de Campus Party foram muitooo bons. Por mais que o sentimento de despedida já estivesse no ar, o conteúdo absorvido e as pessoas conhecidas foram comparáveis aos do resto do evento.

Tais dias foram os dias mais ecléticos em meus calendários de palestras, debates e painéis. Indo de blogs à desenvolvimento de Rich Interface Applications com software livre, passando por furos jornalísticos na música, cinema e até o famigerado conteúdo pornográfico na web. Todos tendo algo a acrescentar, como sempre.

Brincando com música. Da esquerda para direita: @borbs, @rafaellosso, Wilson Esteves e Tatá Aeroplano.

Começando o quinto dia de evento, além de deixar milhares de downloads sendo feitos, desloquei-me para a área de música do evento, a fim de assistir a um debate com o seguinte tema: “Fazer Música x Brincar com Música”. Tal debate contou com a ilustre presença de nosso amiguinho Thiago Borbolla (o popular @borbs), Rafael Losso (@rafaellosso), Tatá Aeroplano (front-man de projetos como Jumbo Elektro e Cérebro Eletrônico), Wilson Esteves (da banda “Os Gameboys”, formada em uma faculdade de música). Gostei muito desse debate, mostrando todas as vertentes do assunto. Tal ponto foi o que mais me chamou a atenção nesse debate. Partindo de quem não toca reais instrumentos, como o Borbs, até pessoas que estudaram música em nível superior, como Wilson Esteves. Acredito que todas as opiniões levantadas foram extremamente relevantes e fizeram com que todos os presentes conseguissem ter uma base de conhecimento e argumentos suficientes para definir seu ponto de vista e sua relação com o assunto. Com toda a certeza, e sem medo de errar, um dos melhores debates (dos quais participei) do evento, na minha opinião.

Programando o Futuro dos Blogs. Da direita para esquerda: @marcogomes, @jonnyken, @mlemos, @luisleao e @sikora.

Após tal debate, voltei-me para a área de blogs a fim de ver um belíssimo painel intitulado “Programando o Futuro dos Blog”, com a presença de Marco Gomes (Fundador e Diretor de Inovação da Boo-Box), Jonny Ken Itaya (Diretor de Tecnologia da Kingo Labs, criador do migre.me etc.), Luís Leão (Criador e Desenvolvedor do sms2blog), Manoel Lemos (Fundador do BlogBlogs e CTO da Abril Digital) e Rodolfo Sikora (Co-Fundador, idealizador e desenvolvedor do Gengibre). Um dos melhores debates do evento também, envolvendo debate sobre o futuro das mídias sociais no Brasil, os rumos, caminhos e a monetização do conteúdo no Brasil. Aprendi bastante nesse debate e consegui organizar algumas idéias e “buzzes” que voavam pela minha mente.

Sentando-me em um dos milhares de sofás brancos que estavam disponíveis em frente à área de blogs, mantive-me focado em meu trabalho, mas com um dos ouvidos no painel “Is The Internet For Porn?”. Uma baixaria engraçadíssima com a ilustre presença de Aline Gomes (a popular @lini), Rodolfo Castreanza (A mente por trás do OMEdI) e alguns outros participantes.

Is The Internet For Porn?

Na extrema esquerda (esqueçam o gordinho de cinza) @lini, e na extrema esquerda @castreanza.

Intertextualição do conteúdo.

Intertextualização do conteúdo. Na extrema esquerda @nicolasvargas, e no centro (careca, é claro) Cazé Pecini.

Mantendo-me ali, assisti à um ótimo (e morno) debate sobre a intertextualização do conteúdo. Com presenças ilustres, como Caze Pecini (Não, o sobrenome dele não é “Peçanha”) e @nicolasvargas (Editor-chefe do Portal MTV, um dos roteirista do VMB etc.) que finalizaram meu quinto dia de evento com chave de ouro.

Após uma longa noite de “pseudo-lual-transcendente-whatever” (o qual você confesso no vídeo abaixo), muita música e muito download, pela manhã tive o prazer de conhecer @Deka_Pimenta, @PhilRicelli e @cadusimoes.

Blog e Cinema

Blogs e cinema. Da esquerda para direita: @borbs, @ondei, Felipe Joffily, @chicofireman, @diegomaia e Marcus Baldini.

Após algumas poucas horas de sono e alguns momentos de risadas durante o dia, no final da tarde volto-me para a área de blogs novamente. Desta vez a fim de assistir ao debate intitulado “Blogs E Cinema”, mediado por @chicofireman e com a presença de meus queridos @ondei e @borbs, e ainda @diegomaia, Marcus Baldini e Felipe Joffily. Um ótimo debate, para mim, um dos integrantes do top10 dos conglomerados que participei no evento. Gostei bastante.

O Furo Jornalístico na Música.

Marcelo Negromonte, @nicolasvargas e Karen Kopitar.

Depois de uma rápida tietagem com @ondei e @borbs, um ainda mais rápido jantar e hora de finalizar as palestras da área de blogs com o debate “Furo Jornalístico Musical na Internet”, com mediação de @nicolasvargas (editor-chefe do @PortalMTV) e presença de Karen Kopitar (editora do Dominódromo) e Marcelo Negromonte (editor do UOL Música).

Para fechar o sexto dia do evento e último de palestras, corro para a área de Software Livre a fim de assistir à última palestra do evento, que começa quase uma hora atrasada graças aos acontecimentos do palco principal. Essa é a palestra de Rich Interface Application com Software Livre, voltada para a “plataforma” Qt e ministrada pelo grande Maurício Leal, aka @maltron. Confesso que é uma ótima plataforma, mas ainda sou muito mais JavaFx, tema de sua última palestra no JustJava 2009.

Finalizado realmente o sexto dia, a madrugada foi composta de longas conversas e a manhã do domingo, o tão temido sétimo dia, chegou com aquele sentimento de despedida em nossos corações. Logo lá pelas 6h da manhã, começo a ver as pessoas juntando suas malas e saindo pela última vez da Arena, passando pela última revista, e alguns até derramando a primeira lágrima (sim, vi lágrimas ameaçando cair de olhos sinceros a essa hora) após 7 dias de convívio com pessoas maravilhosas.

O fim.

O fim. Assim começou o último dia.

O evento acabou, voltamos para nossas casas e hoje, após três semanas, posso dar meu parecer sincero e (praticamente) imparcial sobre o evento, sem medo de errar por muito.

A Campus Party é um evento que nasceu da forma certa, com uma ótima idéia, mas que ainda é jovem e tem muito o que aprender. Alguns problemas referentes à infra-estrutura sonora e ao credenciamento e falta de organização na entrada são alguns dos mais citados. Porém, o evento é dotado de grande qualidade e o melhor, ótimas pessoas. Sim, o evento é feito por pessoas e para as pessoas, todos dando o melhor de si a fim de fazer um ótimo evento.

Por mais que as palestras e os painéis e os debates sejam importantes, acredito que a interação entre as pessoas é o mais destacado nesse evento. Gostei bastante do que vi e, apesar de algumas chateações, é praticamente certeza que estarei lá novamente no ano que vem.

Como você já bem sabe, as fotos completas (mais de 600!!) você confere por aqui.

Bom, por aqui me despeço e até 2011.
:D

Campus Party 2010 – Dias 3 e 4

Olá pessoas!

Após mais dois dias de Campus Party 2010, como prometido previamente, hora de contar minhas experiências nesse conglomerado de maluquices infinitas e conhecimentos mais diversos e estranhos.

Esses dois últimos dias representaram os dias de maior aprendizado, pelo menos para mim, em todo o evento. Assisti a várias palestras que muito me trouxeram, tanto em conhecimento, como em idéias para projetos futuros ou pseudo-projetos futuros. Entre eles, dispositivos de extreme feedback integrados ao Hudson, desenvolvimento de aplicações baseando-se apenas na OpenJDK, projetos para Cloud Computing de rápida e simples instalação, criação de um sistema gerenciador de conteúdo para algo como um portal, com manchetes e tudo mais, etc. Resumindo: é imensurável o que a mente consegue viajar baseado apenas em algumas explanações, falas ou até apresentações soltas aos ares abafados do Expo Imigrantes.

Debate sobre o papel dos fã e seus fã-clubes na divulgação do artista.

Debate sobre o papel dos fã e seus fã-clubes na divulgação do artista.

Na quarta-feira, terceiro dia de evento, estive presente em duas palestras que me cativaram muito. Uma sobre o famigerado OpenJDK com o Bruno Souza e a Fabiane Nardon, e outra sobre o Hudson e a integração contínua. Palestra que eu já havia visto no Just Java em 2009. Tais palestras me instigaram muito à buscar novos horizontes com o Hudson e integração contínua de tudo e testes unitários para todas as classes de uma aplicação.

Já na quinta-feira, o que me conquistou foi o Cloud Computing. Tanto na palestra conceitual sobre o Cloud Computing ministrada por Fábio Kung, desenvolvedor da Locaweb e especialista da mesma em Cloud, e também na palestra sobre o Windows Azure Plataform. Por mais que as duas tenham sido boas, eu esperava algo voltado para o desenvolvimento para a Cloud Computing.

Também na quinta-feira, depois das áreas especialistas, voltei para a área de criatividade. Acompanhei um painel sobre blogs e humor, algo menos engraçado do que eu imaginava. Passei também pela oficina de edição de vídeo com software livre, algo que me surpreendeu. Primeiro, por ser software livre. Segundo, porque o palestrante não era da área técnica e mesmo assim editando vídeos com software livre, em seu laptop com Ubuntu.

Raphael e sua ofician sobre reacTIVIsion.

Raphael e sua oficina sobre reacTIVIsion.

Entre uma palestra e outra, encontro coisas como essa. Apenas mais um dos cansados da #cparty que se renderam ao sono em plena 11h30 da manhã.

Após momentos de risada, volto-me par ao debate sobre o jornalismo proporcionado por fã-sites e o papel dos fãs na divulgação do trabalho do artista. Tal debate, ocorrido na área de música do evento, despertou várias opiniões, polêmicas e momentos de falta de respeito que foram combatidos com punho e rigidez por pessoas quais admiro, como Ana Freitas.

Durante a tarde, participei de uma oficina sobre o reacTIVIsion. Oficina qual me fez ter vontade de fazer a minha própria ou, quem sabe, comprar uma reactable. O palestrante, Raphael, mostrou como contruiu seu próprio equipamento e como poderíamos fazer também. Concluindo a oficina mandando um som muito bom.

E após um grande período de internet e tietagem (Não é Borbs? Hahaha!), finalizei o dia com uma palestra sobre como transformar sua paixão em um ótimo modelo de negócio. Palestra contando com palestrante gringo, o Ian, traduzido simultâneamente por Bruno Souza e um dos fundadores da 4Linux.

Bom, as fotos você confere aqui. Agora, mais 3 dias de evento e preparar para voltar para casa com ainda mais novas idéias.

:D

Campus Party 2010 – Dias 1 e 2

Olá pessoas e “pessôos”, campuseiros e campuseiras, inúteis e… Esqueça, “inútil” não tem flexão de gênero.

Desde o dia 25 de Janeiro deste ano, a Campus Party – um dos maiores eventos envolvendo tecnologia, sustentabilidade, conhecimento, informação e cultura do mundo – trouxe para o Centro de Exposições Imigrantes mais de 6000 pessoas, que encontram-se andando (ou não) com seus respectivos equipamentos para lá e para cá, a fim de tornar o conhecimento público e realmente importante para todos os presentes.

A organização, como nos outros anos, ficou por conta da Futura Networks e seus representantes brasileiros. Porém, não fazendo juz ao nome de sua empresa mãe e aos eventos por ela organizados. Tornando visível uma brutal diferença para com as duas primeiras edições do evento no Brasil. Em 2010, certa desorganização, ou um certo despreparo para tratar com uma gigantesca quantidade de pessoas, culminou em um começo de evento muitíssimo conturbado, complexo, e cheio de tensão.

Já se passaram dois dias do evento e é visível que as pessoas respiram informação e se alimentam de conteúdo. Desde o café da manhã até os banhos coletivos, o assunto é sempre um: tecnologia. Gerando base para a produção e lapidação de suas vertentes, ramificações, aplicações, funções e melhorias implementadas dia-a-dia, tornando nossas vidas cada vez mais fáceis, rápidas e dependentes de tais confortos.
Campus Party 2010

No primeiro dia, o credenciamento dos “campuseiros” (apelido pelo qual são chamados os participantes ativos do evento), bem como o credenciamento de seus presados e louvados equipamentos, tornaram a entrada no evento exageradamente lenta, gerando uma fila quilométrica do lado de fora do Centro de Exposições Imigrantes. Fila qual foi ameaçada por chuvas torrenciais e veraneias mas que resistiu a todos eses obstáculos bravamente.
Outro problema, pegar sua barraca. Como já anunciado anteriormente pela diretoria to evento, não haveria barracas gratuítas para todos os campuseiros, fazendo com que alguns devessem trazer consigo de casa sua própria barraca. Porém, os clássicos problemas de comunicação entre os membros da equipe de organização fez que fossemos alocados para um local que já estava alocado para outra caravana, do estado do Mato Grosso do Sul. Gerando um verdadeiro “overbooking” de barracas, que foi facilmente resolvido com a montagem de outras barracas em alguns os vários espaços ainda livres da área de camping.

Resolvidos os problemas, o compartilhamento de conhecimento (seja ele por trocas de palavras, troca de mp3, ou qualquer outro tipo de arquivo) começou, dando um real nome ao que ainda era classificado apenas como um bando de malucos munidos de seus computadores e baixando cada vez mais e mais arquivos.

No segundo dia, o pesar de ter passado praticamente todo o primeiro dia em frente ao computador, chegou até minha cabeça, fazendo com que eu acordasse mais animado e disposto, preparado para qualquer coisa que poderia acontecer a seguir. Tal impulso fez com que passasse o dia a assistir palestras, painéis e outras demonstrações, oficiais ou não, de todas as coisas imensuráveis que o ser humano é capaz de fazer.

Após a finalização do segundo dia, posso dizer com orgulho que o balanço é positivo. Consegui assistir à algumas movimentações que estavam presentes em minha agenda prévia, mas não todas. Assistindo ao painel de podcast, mediado por Jurandyr Filho, boss do RapaduraCast, aprendi que a monetização de seu conteúdo mal começou a trazer frutos e já passou a ser taxada de contraditória e principal causa dos problemas do enorme (e crescente) número de produções de tal nicho. Logo ao lago, iniciou-se o debate sobre a vida do videoclipe, na área de música produzida com apoio da MTV. O ciclo de vida e o poder do videoclipe foram amplamente discutidos, com grande participação do público e respostas rápidas e sem enrolação dos membros da mesa e de seu mediador. Tal debate, apesar de extremamente interessante, foi ofuscado apenas pela presença de Jovem Nerd, Azaghal e Eduardo Spohr na área ao lado, atraindo um público recordista e gerando um ruído ensurdecedor. Com o fim do debate sobre a vida videoclíptica, voltei-me para o estudo de caso de “A Batalha do Apocalipse” e confesso que não me interessei tanto quanto me divirto com o Nerdcast semanal.

Do ponto de vista pessoal, o segundo dia foi imensuravelmente melhor que o primeiro. Apresentando assuntos realmente interessantes e me fazendo desligar o computador durante as palestras, painéis e debates.

Espero que os próximos 5 dias continuem assim, muito bons.
Para ver as fotos do evento, clique aqui.

Os melhores albúns do ano (para mim)

Pessoas, antes de começar a enumeração dos melhores albúns do ano para mim, gostaria de dizer que não existe ordem de importância. Todos foram muitoo bons e marcantes esse ano. Não coloco-os todos em uma linha apenas porque isso não é possível aqui. Se fosse, tenham certeza que eu o faria.
(Links nas imagens.)

Wolfmother
“Cosmic Egg”
Wolfmother - Cosmic Egg

Cosmic Egg é um dos mais belos discos de Hard Rock dos últimos anos, na minha opinião. Desde o primeiro disco, auto-intitulado, o Wolfmother vem fazendo um som agressivo, elaborado e pesado, muito pesado em comparação com as tendências atuais da música.

A banda australiana composta por apenas três integrantes mostra que veio para ficar, e com dois discos lançados, mostra que o hard rock não morreu junto com os anos 80, ele está aí, vivíssimo!

Destaques: “New Moon Rising”, “Violence Of The Sun”, “In The Castle”, “California Dream”.

Vivendo do Ócio
“Nem Sempre Tão Normal”
Vivendo do Ócio - Nem Sempre Tão Normal

O Vivendo do Ócio surgiu ao melhor estilo Jack Bauer de ser: Pé na porta e tapa na cara. Vindos de Salvador, o quarteto faz um som rápido, dinâmico, que conta histórias (e estórias possivelmente) do cotidiano juvenil de um rocker muito bem formado.

De porres e ressacas, à paixões e desilusões, passando por muito álcool e rock’n'roll, a banda resgata o espírito do “faça você mesmo” com um disco animador e dançante, ou melhor, “punkeante”.

Destaques: “Meu Precioso”, “Fora, Mônica!”, “Rock Pub Baby”.

Yeah Yeah Yeahs
“It’s Blitz!”
Yeah Yeah Yeahs - It's Blitz!

It’s Blitz foi um dos primeiros discos do ano e chegou fazendo estardalhaço. O vocal marcante da namorada de Spike Jonze, a vocalista Karen O, leva as músicas à um nível que poucos conseguem, e conseguiram.

O disco começa com o hit “Zero”, seguido da dançando “Head Will Roll”. À partir daí, o disco toma uma forma mais calma, algo puxado para a clássica “Maps” (do primeiro albúm do trio, o Fever To Tell) que agrada à muitos, como eu.

Destaques: “Hysteric”, “Runaway”, “Heads Will Roll”.

Muse
“The Resistance”
Muse - The Resistance

The Resistance pode ser considerado um típico disco do Muse. A já conhecida mistura de componentes eletrônicos, a solos faraônicos nas guitarras de Matthew Bellamy e melodias de música clássica torna o disco um dos melhores do ano.

Fazendo-o ir do mais dançante ao mais elaborado, passando por baladas e sons que facilmente animariam uma pista, sem a necessidade de um remix.

O disco possui o som marcante do Muse, mostando à que veio logo na primeira faixa, “Uprising”. Tendo até, um som “a la Timbaland” na faixa “Undisclosed Desires”, segundo single do disco.

Destaques: “Undisclosed Desires”, “Unnatural Selection”, “The Resistance”, “MK Ultra”.

Arctic Monkeys
“Humbug”
Arctic Monkeys - Humbug

Humbug marca a virada brusca no rumo dos britânicos megalomaníacos do Arctic Monkeys. Um disco cheio de sons diferentes e melodias nada semelhantes ao dançante e animado indie rock de seus dois predecessores. Porém, mostrando o potencial de uma banda essencialmente dinâmica, em poder ser elaborada e concordante em todo o contexto do disco.O primeiro single, “Crying Lightning”, fez alguns fãs e adoradores da banda torcerem o nariz para o disco. E logo uma semana antes do lançamento (quando o disco “vazou”), a histeria foi geral. Pessoas procurando “I Bet You Look Good On The Dancefloor” novamente neste disco ficaram revoltadas e deram ao disco as costas, coletivas.

Mas, como é da minha essência discordar de todos… Gostei muito do disco. Apesar de diferente, ele mostrou que a banda que conhecemos há 4 anos, não parou no momento em que saíram de Sheffield, continuando uma linha temporal evolutiva através de seus discos.

Destaques: “Crying Lightning”, “Cornerstone”, “Dangerous Animals”, “My Propeller”.

Vários Artistas
“(500) Days Of Summer” – Official Soundtrack
Vários Artistas - (500) Days Of Summer (Official Soundtrack)

A melhor trilha sonora do ano traz coisas consideradas estranhas, underground e muito famosas mas que nunca soubemos o nome.

Bem como o maravilhoso filme, a trilha sonora alterna entre momentos depressivos e momentos extremamente felizes, contendo clássicos dos Smiths, Pixies e até minha queridinha do ano, Wolfmother.

LISTEN TO THIS ALBUM!!

Destaques: “There Is A Light That Never Goes Out”, “Vagabond”, “Sweet Disposition”, “She’s Got You High”.

The Bravery
“Stir The Blood”
The Bravery - Stir The Blood

Desde o primeiro disco, o Bravery vem mudando, buscando novas sonoridades sempre diferentes.  “The Bravery” foi um albúm muito bom, mostrando uma sonoridade diferente para a época. “The Sun And The Moon” começou a mostrar uma possível mudança no som da banda.

Tais mudança ficaram claras no terceiro albúm da banda, “Stir The Blood”, fazendo um belíssimo disco. Rápido e dançante, me lembrando o bons tempos, que eu não participei, da abertura do indie para o mundo, porém conservando certas marcas da banda.

Destaques: “Hatefuck” etc. (Ouça o disco como um todo, é bom)

Cachorro Grande
“Cinema”
Cachorro Grande - Cinema

Parece que 2009 foi o ano das mudanças de sonoridades, para alguns. Um desses alguns é a famosa (e antiga) banda gaúcha que faz um rock’n'roll muito bom, o Cachorro Grande.

Sempre gostei muito do som deles, com sons bem sessentistas e de nativo rock’n'roll e alguns sons mais calmos, com letras simples mas marcantes e bem feitas.

“Cinema”, o quinto disco de estúdio da banda, mostra uma mudança, facilmente perceptível, no som da banda, deixando um pouco de lado o som simples e pouco elaborado da banda e passando para uma fase mais calma e pensada. Algo que me agrada.

Destaques: “Dance Agora”, “Ela Disse”, “Eileen”.

The Dead Weather
“Horehound”
The Dead Weather - Horehound

“Horehound” é um típico albúm estranho, com uma sonoridade diferente, feito por pessoas estranhas e feito com muito, mas muito boa vontade.

O disco traz um som que lembra muito as bandas “oficiais” de seus componentes, com sons estranhos, ótimas guitarras, o peso e o maravilhoso vocal feminino. Formado pelo workaholic Jack White (The White Stripes), Alison Mosshart (The Kills), Dean Fertita (Queens Of The Stone Age) e Jack Lawrence (The Greenhornes, mas que toca com Jack White no Raconteurs), banda carrega o ouvinte para um outro mundo, que lembra cenários bons dos anos que ainda estão por vir.

Destaques: “Treat Me Like Your Mother”, “I Cut Like A Buffalo”, “Bone House”

Lily Allen
“It’s Not Me, It’s You”
Lily Allen - It's Not Me, It's You

A britânica Lily Allen chegou ao mundo com seu mega-boga sucesso “Smile”. Canção com uma fórmula simples, mas marcante, até para quem não é fã de música pop, como eu.

Já em seu segundo disco, Lily Allen traz um belo composite de canções, marcadas pelo bom humor e pela sua voz, que vezes nos cansa, mas na maioria delas, é responsável pelo desenho das curvas melodiosas de suas canções.

Um ótimo disco que não deve ser deixado de lado, com muitas ótimas canções, animadas e felizes.

Destaque: “Fuck You”, “Chinese”, “Everyone’s At It”, “The Fear”, “I Could Day”.

Melody Gardot
“My One And Only Thrill”
Melody Gardot - My One And Only Thrill

Sou suspeito para falar desta cantora canadense. Sua sonoridade sempre me fez feliz, alegre e, por mais triste que possa o jazz parecer, apaixonado por tal.

Melody Gardot já passou por muito nessa vida, e com certeza, muito já aprendeu (pesquise mais e saberá sua história de superação) trazendo em seu terceiro disco, um som muitíssimo elaborado, com orquestrações maravilhosas realmente dignas de clássicos do jazz.

Destaques: “If The Stars Were Mine”, “Baby I’m A Fool”, “Our Love Is Easy”.

Norah Jones
“The Fall”
Norah Jones - The Fall

Desde a clássica “Come Away With Me”, Norah Jones sempre agradou à todos com sua sonoridade calma e sempre marcada com sua voz suave.

“The Fall” é um disco composto com uma leveza natural da garota, que traz de novidade a guitarra elétrica nas mãos da musa dando um tom “jazzístico” à algumas faixas do disco.

Confesso que ouví o disco em loop durante vários dias e fiquei muitooo feliz.

Destaques: “Chasing Pirates”, “Back To Manhattan”, “Even Though”.

The Pains Of Being Pure At Heart
“The Pains Of Being Pure At Heart”
The Pains Of Being Pure At Heart - The Pains Of Being Pure At Heart

O disco com o nome mais “fofinho” do ano, feito pela banda com o nome mais “fofinho” do ano é um disco com diferenças muito clara no peso das faixas.

Guitarras distorcidas, pesadas, misturadas ao vocal sincero fazem o disco atrair você do começo ao fim, fazendo você cantar e dançar sentado em seu próprio lugar.

Destaques: “The Contender”, “Everything With You”, “Stay Alive”.

Pete(r) Doherty
“Grace/Wastelands”
Peter Doherty - Grace/Wastelands

Para quem achava que Pete Doherty (ex-Libertines c/ Carl Barat) estava dissolvido pela cocaína… é verdade, ele se dissolveu! Hahahaha!

Kidding guys, mas ele está quase lá. “Grace/Wastelands” traz ótimas músicas que ficaríam ainda melhores se não fossem cantadas por ele. A voz dele escorrendo pelo canto da boca fica boa em uma ou duas músicas, mas em um disco inteiro definitivamente não.

É um ótimo disco para se aprender à tocar violão.

Destaques: “Arcadie”, “Last Of English Roses”, “Broken Love Song”.

Placebo
“Battle For The Sun”
Placebo - Battle For The Sun

“Battle For The Sun” foi um disco muitíssimo esperado nesse ano. O Placebo estava há algum tempo sem lançar nada (desde o depressivo “Meds”) e deixo-nos ainda mais anciosos quando lançou o primeiro single omônimo na rede.

Segudo a banda, ela saiu de sua fase depressiva-gótica e isso é um tiquinho visível no disco. O som está mais animado, mas pesado e me faz lembrar os bons tempos de “36 Degres”, “English Summer Rain” e músicas clássicas como essas. Um ótimo disco para chacoalar, levantar a poeira e dar a volta pelo lado. Hahaha!

Destaques: “Battle For The Sun”, “Ashtray Heart”, “Come Undone”.

Plastiscines
“About Love”
Plastiscines - About Love

“About Love” foi mais um daqueles discos que eu baixei no Glamorous Indie Rock’n'Roll para não ouvir. Sabe aquele disco que você baixa apenas para ter.

Mas… eu estava em uma fase muito aberta à novas experiências e decidi experimentar. O resultado, como vocês já devem saber, não foi ruim. Adorei o disco. Uma pegada bem rock, me lembrando os bons tempos do The Donnas. Fazendo algo que me dê vontade de tocar riffs na minha air guitar pela rua, coisa que apenas bandas como Led Zeppelin, AC/DC, Wolfmother, The Donnas e mais algumas conseguiam.

Destaques: “Barcelona”, “Another Kiss”, “From Friends To Love”.

Them Crooked Vultures
“Them Crooked Vultures”
Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures

O Them Crooked Vultures venho com um peso natural já esperado graças à presença do mestre (e ex-baixista do Led Zeppelin) John Paul Dones, do atemporal (e ex-baterista do Nirvana e frontman do Foo Fighters) Dave Grohl e o estranho-com-cara-de-drogado (e frontman do Queens Of The Stone Age) Josh Homme.

Para os que esperavam muito do disco, como eu, sentiram algo muitoo bom que trouxe algo que faltava para terminar bem o ano com algo trazendo o rock a essência. Com certeza, um dos 5 melhores discos do ano.

Destaques: “New Fang”, “Caligulove”, “Bandoliers”.

White Lies
“To Lose My Life”
White Lies - To Lose My Life

White Lies é uma das aparições do ano de 2009, destacando-se tanto para o pessoal do indie quanto para a galera batidinha do mainstream, entrando até na trilha sonora de Jennifer’s Body.

O disco traz o vocal grave e marcante da banda com melodias que lembram uma versão mais pop dos clássicos do Interpol.

Destaques: “To Lose My Life”, “Death”, “A Place To Hide”, “E.S.T.”.

O primeiro banho a gente nunca esquece

Bom pessoas, há alguns poucos meses, realizei um dos grandes sonhos de minha vida: ter um Mac.

Todos sabem que a Apple sempre caprichou, como ninguém, em seus produtos e com os MacBooks não foi diferente. Desde que adiquiri meu MacBook White de 13″, há (quase) dois meses, venho me maravilhando cada vez mais com tal aparelho. Porém, como todos sabem, nem tudo são flores, uma das minhas maiores preocupações, mesmo anter de comprar-lo, foi (e ainda é) ver ele ficar “marronzinho” sujo, e isso se tornou realidade. Com o tempo ele foi ficando um pouco sujo e empoeirado, por mais cuidadoso que fosse. Até que, em um dia há algumas semanas, chorei minhas magoas no twitter (novamente ele para me salvar) e o santo @GSGrava apareceu com a solução. Uma Esponja Mágica (Compre aqui, ou não. Eu comprei.), da popular Scotch Brite, que prometia tirar toda a sujeira, e realmente o fez.

Realizei a limpeza do dito e fiquei incrivelmente feliz com o resultado.

Abaixo você confere um mini-review/tutorial/manual de como ela funciona e o que fazer para “dar um banho” limpar seu MacBook, contendo um vídeo de algumas fotos.

Confira todas as fotos aqui.

Agora veja o vídeo feito por mim, editado por mim e chore por deixarem pessoas como eu tentar fazer algo que preste no âmbito meio cinematográfico!!

Limpando o MacBook – Esponja Mágica – Scotch Brite from Eduardo Quagliato on Vimeo.