Escrever é …

Comecei a frase no título há três dias quando um amigo me perguntou o que eu achava que escrever representava. Infelizmente, não consegui terminar a frase graçar à complexidade de tal ato, graças à dificuldade de expressar, em escrita, coisas realmente existentes apenas no planos de nossas mentes, e coração.

Há pouco mais de um mês, comecei uma nova empreitada, envolvendo contos, histórias, estórias e outros gêneros textuais que sempre me odiaram na escola, mas que em casa sempre me ajudaram a colocar certas coisas em certos lugares de minha mente.

Mas voltando à minha empreitada, confesso que ela pode ser um tanto quanto megalomaníaca, ou exagerada, quissá imbecil, porém ela está consumindo um ótimo momento de minha mente e espero que assim permaneça.

Enfim, estou escrevendo um livro, ou pelo menos tentando. Postarei a primeira página hoje, aqui, e gostaria de saber a opinião de vocês sobre tal, seja ela boa ou ruim. Quero apenas saber o que acharam; Para tal, utilizem os comentários.

Assim o ano termina. Gostaria de desejar à todos um feliz ano novo e que 2010 venha com muito mais força do que 2009. Afinal, sempre queremos mais e mais.


Capítulo I

-Okay garota. Pode deixar que vou fazer tudo direito.

-Já ouvi tudo isso mais de um milhão de vezes.

-Qual é o seu problema? Eu já entendi TUDO!

-Ooooohhhhhh!!! Oooooohhhhh!!

-Que música é essa?

-I’ve been wrong…

-Kings Of Leon??? Ahhhhh, o celular!

Novamente, misturando sonho com o despertar de seu celular, ele acorda em mais uma manhã que, como as outras, seria apenas mais uma, insignificante e praticamente impossível de ser lembrada daqui a alguns anos. Pulando de sua cama, vê que já havia desligado o celular mais de duas vezes antes do fatídico toque de “Use Somebody”. Olha para seu relógio de pulso, faz algumas contas, e percebe que, novamente, encontra-se atrasado para aquele dia que seria apenas mais um.

Corre para o banheiro e consegue ser mais rápido que seu pensamento, ainda deitado em sua cama esperando o tempo certo para acordar. Sob a água, lava apenas o necessário e logo já está penteando seu cabelo e escovando os dentes antes que o coletivo passe pela rua debaixo. Jeans e camiseta, mochila nas costas, saí com uma fruta na mão e corre em pensamento até o ponto mas, ao dobrar a esquina, vê o ônibus cruzando a rua e deixando-o para trás.

-Ótimo! Mais um dia atrasado.

Continua seu caminho, mais calmamente, até o ponto e espera o próximo ônibus que lhe sirva para que tente chegar não muito tarde até o trabalho. Mas os segundos passam, os minutos também, e as olhadas ao relógio de pulso se tornam cada vez mais freqüentes. Até que, 17 minutos e 32 segundos depois, outro gigante de lata chega e ele, ofegante pela ansiedade, entra como um flash de luz.

-Bom dia! – diz ele.

-Só se for pra você! – responde o cobrador zangado.

Pensa consigo: “Hoje vai ser duro!”.

Como sempre, a falta de lugares o força a permanecer de pé até o centro da cidade, equilibrando-se por entre pessoas, canos, poltronas cheias, sacolas e egos, cada vez maiores nos dias de hoje, conforta-se em um lugar e começa a olhar ao redor, como faz todos os dias, e nada diferente. Porém, 180º graus após o início de sua procura, vê alguém que nunca havia visto. Vê alguém que, por sua incrível beleza, destaca-se da multidão já borrada pelos cantos da visão.

Daquele momento em diante, seus olhos possuíam apenas uma direção, levemente disfarçada por algumas poucas olhadas aos celulares e algumas mudanças de música, procurando a trilha sonora perfeita para o momento que era muito bom para ser realmente verdade naquele dia.

A mudanças de músicas chegam ao final, Melody Gardot, “If The Stars Were Mine” e tudo começa a encaixar-se em seus devidos lugares. A música o contagia e ele continua disfarçando o olhar. Sem muita vontade, continua se contendo a fim de não mostrar à todos naquele coletivo o que realmente queria fazer o que realmente sentia naquele momento.

Em uma de suas olhadas à ela, seus olhares se encontram, perdidos ao léu. Ele, inconscientemente, dispara um sorriso que é facilmente correspondido por ela, deixando-o ainda mais feliz naquele dia que havia começado de forma estupidamente ruim. Porém, ao olhar pela janela, vê uma loja que nunca havia visto e descobre que perdeu seu ponto de descida. Rapidamente puxa a famosa cordinha responsável por parar o coletivo e em meio a correria para descer, deixa à ela apenas um sorriso rápido mas sincero e intenso. E ela, segura-se com um singelo e simples sorriso, daqueles não que não mostram os dentes, mas mostram a felicidade, ou ao menos parte dela.

Após descer, o caminho 4 quadras até seu trabalho, fez-o pensar que aquele dia seria muito melhor do que seu péssimo começo. Nos fones de ouvido, coloca uma música que gosta muito, “How Soon Is Now”, e inicia sua caminhada da melhor forma possível, feliz. O sol nunca brilhou tanto, os pássaros nunca se destacaram tanto nos céus azuis daquela cidade e um rapaz nunca (quase) foi atropelado com tanta felicidade e normalidade por entre aquelas ruas negras e inquietas.

Chega ao trabalho e faltou-lhe, apenas, desejar um bom dia à samambaia da recepção, pois todos os outros foram contemplados com o mais sincero “bom dia” em muito tempo. Deixa suas coisas em sua mesa e prontamente vai até a cozinha para pegar a sua tradicional caneca de café. Tudo feito tradicionalmente, como em todos os dias, porém um nível a mais de felicidade, ou melhor, alguns níveis.

Senta-se e em alguns minutos já está em outra dimensão ouvindo suas músicas, consideradas estranhas pelos outros, e realizando todo o trabalho daquele dia como um louco apaixonado, algo que não era mentira. Por mais concentrado que estivesse, sua mente continuava, vagamente, focada na imagem momentânea do rosto daquela garota que deu uma virada de quinhentos e quarenta graus em seu dia. Isso mesmo, quinhentos e quarenta graus, uma volta completa e mais meia, a fim de mudar completamente o sentido daquele dia.

[...]

Os melhores albúns do ano (para mim)

Pessoas, antes de começar a enumeração dos melhores albúns do ano para mim, gostaria de dizer que não existe ordem de importância. Todos foram muitoo bons e marcantes esse ano. Não coloco-os todos em uma linha apenas porque isso não é possível aqui. Se fosse, tenham certeza que eu o faria.
(Links nas imagens.)

Wolfmother
“Cosmic Egg”
Wolfmother - Cosmic Egg

Cosmic Egg é um dos mais belos discos de Hard Rock dos últimos anos, na minha opinião. Desde o primeiro disco, auto-intitulado, o Wolfmother vem fazendo um som agressivo, elaborado e pesado, muito pesado em comparação com as tendências atuais da música.

A banda australiana composta por apenas três integrantes mostra que veio para ficar, e com dois discos lançados, mostra que o hard rock não morreu junto com os anos 80, ele está aí, vivíssimo!

Destaques: “New Moon Rising”, “Violence Of The Sun”, “In The Castle”, “California Dream”.

Vivendo do Ócio
“Nem Sempre Tão Normal”
Vivendo do Ócio - Nem Sempre Tão Normal

O Vivendo do Ócio surgiu ao melhor estilo Jack Bauer de ser: Pé na porta e tapa na cara. Vindos de Salvador, o quarteto faz um som rápido, dinâmico, que conta histórias (e estórias possivelmente) do cotidiano juvenil de um rocker muito bem formado.

De porres e ressacas, à paixões e desilusões, passando por muito álcool e rock’n'roll, a banda resgata o espírito do “faça você mesmo” com um disco animador e dançante, ou melhor, “punkeante”.

Destaques: “Meu Precioso”, “Fora, Mônica!”, “Rock Pub Baby”.

Yeah Yeah Yeahs
“It’s Blitz!”
Yeah Yeah Yeahs - It's Blitz!

It’s Blitz foi um dos primeiros discos do ano e chegou fazendo estardalhaço. O vocal marcante da namorada de Spike Jonze, a vocalista Karen O, leva as músicas à um nível que poucos conseguem, e conseguiram.

O disco começa com o hit “Zero”, seguido da dançando “Head Will Roll”. À partir daí, o disco toma uma forma mais calma, algo puxado para a clássica “Maps” (do primeiro albúm do trio, o Fever To Tell) que agrada à muitos, como eu.

Destaques: “Hysteric”, “Runaway”, “Heads Will Roll”.

Muse
“The Resistance”
Muse - The Resistance

The Resistance pode ser considerado um típico disco do Muse. A já conhecida mistura de componentes eletrônicos, a solos faraônicos nas guitarras de Matthew Bellamy e melodias de música clássica torna o disco um dos melhores do ano.

Fazendo-o ir do mais dançante ao mais elaborado, passando por baladas e sons que facilmente animariam uma pista, sem a necessidade de um remix.

O disco possui o som marcante do Muse, mostando à que veio logo na primeira faixa, “Uprising”. Tendo até, um som “a la Timbaland” na faixa “Undisclosed Desires”, segundo single do disco.

Destaques: “Undisclosed Desires”, “Unnatural Selection”, “The Resistance”, “MK Ultra”.

Arctic Monkeys
“Humbug”
Arctic Monkeys - Humbug

Humbug marca a virada brusca no rumo dos britânicos megalomaníacos do Arctic Monkeys. Um disco cheio de sons diferentes e melodias nada semelhantes ao dançante e animado indie rock de seus dois predecessores. Porém, mostrando o potencial de uma banda essencialmente dinâmica, em poder ser elaborada e concordante em todo o contexto do disco.O primeiro single, “Crying Lightning”, fez alguns fãs e adoradores da banda torcerem o nariz para o disco. E logo uma semana antes do lançamento (quando o disco “vazou”), a histeria foi geral. Pessoas procurando “I Bet You Look Good On The Dancefloor” novamente neste disco ficaram revoltadas e deram ao disco as costas, coletivas.

Mas, como é da minha essência discordar de todos… Gostei muito do disco. Apesar de diferente, ele mostrou que a banda que conhecemos há 4 anos, não parou no momento em que saíram de Sheffield, continuando uma linha temporal evolutiva através de seus discos.

Destaques: “Crying Lightning”, “Cornerstone”, “Dangerous Animals”, “My Propeller”.

Vários Artistas
“(500) Days Of Summer” – Official Soundtrack
Vários Artistas - (500) Days Of Summer (Official Soundtrack)

A melhor trilha sonora do ano traz coisas consideradas estranhas, underground e muito famosas mas que nunca soubemos o nome.

Bem como o maravilhoso filme, a trilha sonora alterna entre momentos depressivos e momentos extremamente felizes, contendo clássicos dos Smiths, Pixies e até minha queridinha do ano, Wolfmother.

LISTEN TO THIS ALBUM!!

Destaques: “There Is A Light That Never Goes Out”, “Vagabond”, “Sweet Disposition”, “She’s Got You High”.

The Bravery
“Stir The Blood”
The Bravery - Stir The Blood

Desde o primeiro disco, o Bravery vem mudando, buscando novas sonoridades sempre diferentes.  “The Bravery” foi um albúm muito bom, mostrando uma sonoridade diferente para a época. “The Sun And The Moon” começou a mostrar uma possível mudança no som da banda.

Tais mudança ficaram claras no terceiro albúm da banda, “Stir The Blood”, fazendo um belíssimo disco. Rápido e dançante, me lembrando o bons tempos, que eu não participei, da abertura do indie para o mundo, porém conservando certas marcas da banda.

Destaques: “Hatefuck” etc. (Ouça o disco como um todo, é bom)

Cachorro Grande
“Cinema”
Cachorro Grande - Cinema

Parece que 2009 foi o ano das mudanças de sonoridades, para alguns. Um desses alguns é a famosa (e antiga) banda gaúcha que faz um rock’n'roll muito bom, o Cachorro Grande.

Sempre gostei muito do som deles, com sons bem sessentistas e de nativo rock’n'roll e alguns sons mais calmos, com letras simples mas marcantes e bem feitas.

“Cinema”, o quinto disco de estúdio da banda, mostra uma mudança, facilmente perceptível, no som da banda, deixando um pouco de lado o som simples e pouco elaborado da banda e passando para uma fase mais calma e pensada. Algo que me agrada.

Destaques: “Dance Agora”, “Ela Disse”, “Eileen”.

The Dead Weather
“Horehound”
The Dead Weather - Horehound

“Horehound” é um típico albúm estranho, com uma sonoridade diferente, feito por pessoas estranhas e feito com muito, mas muito boa vontade.

O disco traz um som que lembra muito as bandas “oficiais” de seus componentes, com sons estranhos, ótimas guitarras, o peso e o maravilhoso vocal feminino. Formado pelo workaholic Jack White (The White Stripes), Alison Mosshart (The Kills), Dean Fertita (Queens Of The Stone Age) e Jack Lawrence (The Greenhornes, mas que toca com Jack White no Raconteurs), banda carrega o ouvinte para um outro mundo, que lembra cenários bons dos anos que ainda estão por vir.

Destaques: “Treat Me Like Your Mother”, “I Cut Like A Buffalo”, “Bone House”

Lily Allen
“It’s Not Me, It’s You”
Lily Allen - It's Not Me, It's You

A britânica Lily Allen chegou ao mundo com seu mega-boga sucesso “Smile”. Canção com uma fórmula simples, mas marcante, até para quem não é fã de música pop, como eu.

Já em seu segundo disco, Lily Allen traz um belo composite de canções, marcadas pelo bom humor e pela sua voz, que vezes nos cansa, mas na maioria delas, é responsável pelo desenho das curvas melodiosas de suas canções.

Um ótimo disco que não deve ser deixado de lado, com muitas ótimas canções, animadas e felizes.

Destaque: “Fuck You”, “Chinese”, “Everyone’s At It”, “The Fear”, “I Could Day”.

Melody Gardot
“My One And Only Thrill”
Melody Gardot - My One And Only Thrill

Sou suspeito para falar desta cantora canadense. Sua sonoridade sempre me fez feliz, alegre e, por mais triste que possa o jazz parecer, apaixonado por tal.

Melody Gardot já passou por muito nessa vida, e com certeza, muito já aprendeu (pesquise mais e saberá sua história de superação) trazendo em seu terceiro disco, um som muitíssimo elaborado, com orquestrações maravilhosas realmente dignas de clássicos do jazz.

Destaques: “If The Stars Were Mine”, “Baby I’m A Fool”, “Our Love Is Easy”.

Norah Jones
“The Fall”
Norah Jones - The Fall

Desde a clássica “Come Away With Me”, Norah Jones sempre agradou à todos com sua sonoridade calma e sempre marcada com sua voz suave.

“The Fall” é um disco composto com uma leveza natural da garota, que traz de novidade a guitarra elétrica nas mãos da musa dando um tom “jazzístico” à algumas faixas do disco.

Confesso que ouví o disco em loop durante vários dias e fiquei muitooo feliz.

Destaques: “Chasing Pirates”, “Back To Manhattan”, “Even Though”.

The Pains Of Being Pure At Heart
“The Pains Of Being Pure At Heart”
The Pains Of Being Pure At Heart - The Pains Of Being Pure At Heart

O disco com o nome mais “fofinho” do ano, feito pela banda com o nome mais “fofinho” do ano é um disco com diferenças muito clara no peso das faixas.

Guitarras distorcidas, pesadas, misturadas ao vocal sincero fazem o disco atrair você do começo ao fim, fazendo você cantar e dançar sentado em seu próprio lugar.

Destaques: “The Contender”, “Everything With You”, “Stay Alive”.

Pete(r) Doherty
“Grace/Wastelands”
Peter Doherty - Grace/Wastelands

Para quem achava que Pete Doherty (ex-Libertines c/ Carl Barat) estava dissolvido pela cocaína… é verdade, ele se dissolveu! Hahahaha!

Kidding guys, mas ele está quase lá. “Grace/Wastelands” traz ótimas músicas que ficaríam ainda melhores se não fossem cantadas por ele. A voz dele escorrendo pelo canto da boca fica boa em uma ou duas músicas, mas em um disco inteiro definitivamente não.

É um ótimo disco para se aprender à tocar violão.

Destaques: “Arcadie”, “Last Of English Roses”, “Broken Love Song”.

Placebo
“Battle For The Sun”
Placebo - Battle For The Sun

“Battle For The Sun” foi um disco muitíssimo esperado nesse ano. O Placebo estava há algum tempo sem lançar nada (desde o depressivo “Meds”) e deixo-nos ainda mais anciosos quando lançou o primeiro single omônimo na rede.

Segudo a banda, ela saiu de sua fase depressiva-gótica e isso é um tiquinho visível no disco. O som está mais animado, mas pesado e me faz lembrar os bons tempos de “36 Degres”, “English Summer Rain” e músicas clássicas como essas. Um ótimo disco para chacoalar, levantar a poeira e dar a volta pelo lado. Hahaha!

Destaques: “Battle For The Sun”, “Ashtray Heart”, “Come Undone”.

Plastiscines
“About Love”
Plastiscines - About Love

“About Love” foi mais um daqueles discos que eu baixei no Glamorous Indie Rock’n'Roll para não ouvir. Sabe aquele disco que você baixa apenas para ter.

Mas… eu estava em uma fase muito aberta à novas experiências e decidi experimentar. O resultado, como vocês já devem saber, não foi ruim. Adorei o disco. Uma pegada bem rock, me lembrando os bons tempos do The Donnas. Fazendo algo que me dê vontade de tocar riffs na minha air guitar pela rua, coisa que apenas bandas como Led Zeppelin, AC/DC, Wolfmother, The Donnas e mais algumas conseguiam.

Destaques: “Barcelona”, “Another Kiss”, “From Friends To Love”.

Them Crooked Vultures
“Them Crooked Vultures”
Them Crooked Vultures - Them Crooked Vultures

O Them Crooked Vultures venho com um peso natural já esperado graças à presença do mestre (e ex-baixista do Led Zeppelin) John Paul Dones, do atemporal (e ex-baterista do Nirvana e frontman do Foo Fighters) Dave Grohl e o estranho-com-cara-de-drogado (e frontman do Queens Of The Stone Age) Josh Homme.

Para os que esperavam muito do disco, como eu, sentiram algo muitoo bom que trouxe algo que faltava para terminar bem o ano com algo trazendo o rock a essência. Com certeza, um dos 5 melhores discos do ano.

Destaques: “New Fang”, “Caligulove”, “Bandoliers”.

White Lies
“To Lose My Life”
White Lies - To Lose My Life

White Lies é uma das aparições do ano de 2009, destacando-se tanto para o pessoal do indie quanto para a galera batidinha do mainstream, entrando até na trilha sonora de Jennifer’s Body.

O disco traz o vocal grave e marcante da banda com melodias que lembram uma versão mais pop dos clássicos do Interpol.

Destaques: “To Lose My Life”, “Death”, “A Place To Hide”, “E.S.T.”.

A Melhor Apresentação em Anos

Essa está sendo a descrição dada por muitos para a simples de inimaginável apresentação que Hugh Jackman fez ontem na 81ª entrega dos Academy Awards, o conhecido Oscar.

Com a ajuda de inúmeros contra-regras, algum coreógrafo genial e da linda (e indicada) Anne Hathway, Hugh Jackman quebrou o paradigma que as apresentação da festa tem que ser algo muito bem produzido, com vários efeitos e tudo mais. Utilizando apenas “coisas que ele criou na própria garagem”, Hugh Jackman cativou o público e foi um dos pilares para “o novo modo de fazer premiações” do Oscar de ontem.

Abaixo você confere o vídeo da apresentação na Íntegra:

(“I AM WOLVERINEEEEEEEEEEE!”)

Assim como muitos, espero que o bom humor pontue as festas dos próximos anos.

(Aqui você confere a lista completa de vencedores.)

:D

Chegou 2009

Hey folks! 

Como este post está sendo feito em torno das 4h da manhã do dia 1º de Janeiro, eu já posso dizer: Chegou 2009. O ano de 2008 foi, para mim um ano ótimo, um ano corrido, decisivo e, acima de tudo, aliviador. Acabei o segundo grau e me decidi completamente quanto a minha carreira, não quanto ao meu futuro, apenas em relação à minha carreira. Dois mil e nove está aí e só tenho à agradecer e trabalhar para melhorar cada vez mais.

Iniciando a sessão desabafo, só tenho uma coisa à dizer: reuniões de natal e revéillon não tem mais graça.

Hora da tecnologia, o que eu mais gosto. Em Janeiro ocorro, como em todos os anos, a MacWorld, uma das maiores exposições, simpósios, fóruns etc ligados à Apple e Mac. Esse ano com uma novidade, nada de keynote de Steve Jobs. Isso mesmo, o chefão está fora e infelizmente dizem que é por causa de saúde, mas a Apple afirma que é apenas uma mudança. Fazendo um parênteses aqui, por que todo mundo adora falar tanto da saúde do Tio Istive (retomando a Garota Sem Fio)? Deixem o cara e sua saúde em paz. Voltando para o assunto, o subtituto já foi anunciado pela Apple, será Phill Schiller, vice-presidente sênior de marketing, que segundo o pessoal do IDG Now! é uma espécie de “tiozão do churrasco” da empresa. A Apple disse que existem inúmeras convenções Mac, abertas ao público, espalhadas pelo mundo, e isso é verdade, mas a MacWorld ainda era a mais divulgada mundo a fora.

Junto com a novidade (não boa, mas um novidade) da MacWorld, surgem inúmeros boatos e burburinhos sobre produtos que a Apple poderá anunciar na convenção, entre os mais especulados, podemos citar o iMac com Intel Core i7, o novo MacMini, um iTouch gigante e o tão comentado iPhone nano, que já tem até case à venda na internet. Sinceramente, todos são bem possível, mas vindo da Apple, tudo é uma surpresa. Quem sabe eles não lançam um carro agora?

Well, that’s all folks!
Dois mil e nove (2009) tá aí, feliz ano novo à todos, muita sucesso, saúde e paz, e como diria Pedro Bial, o resto a gente corre atrás. Esse ano promete e espero que muito mude.

:D

PS: Ahhh, só lembrando, esse é o post de número 99 no Diário do Cosmopolita, acreditem se quiserem, ninguém lê, mas eu ainda posto. Huioaehiae.

Estudar, estudar e mais estudar.

Hey folks!
Hoje o post é feito durante um estudo de química, portanto não liguem se ocorrerem erros gramaticais ou erros lógicos, minha cabeça está quase à ponto de fusão, mas vamos lá.
Fiz as contas e tenho apenas mais uma semana útil de aula, isso quer dizer, 6 dias de provas, intercalados, mas 6 dias de provas, o que é um alívio tão grande… Estou estudando química pois a prova é hoje daqui a 5 horas e eu precisava dormir um pouco antes de estudar, se não ia dormir encima dos livros.

Tecnologia. Hoje vi o preço do novo Mobo White. Sabem quanto? R$1799!! É um pouco demais, não acham? Sem contar que ele não tem nem um bluetoothzinho! É, tempos de crise estão vindo e os preços só tendem à subir. Essa semana aprendi algumas coisas nova em JavaScript e gostei pra caramba, acho que vou aplicar no menu do blog que tá precisando de uma revitalização. Campus Party 2009, aí vamos nós. Provavelmente essa semana eu faça minha inscrição pra Campus Party 2009, mas aí me deparei com um pequeno problema, tenho menos de 18 anos, portanto tenho que ir acompanhado. Pensei, pensei, procurei e pensei até que encontrei. Um amigo do estágio, o Luquinhas, também vai e ele já fez 19, portanto, vou na cola né. Hoiauhuiaeea. Vamos ver o que vai acontecer. Vejo vocês lá, heim! Ahh, quero deixar registrado aqui meu descontentamento com a câmera do meu celular, pra quem não sabe, um Nokia XpressMusic 5310. É um celular ótimo, compacto, com um ótimo player e tudo mais. Mas olhem só a foto que tirei há poucos minutos com ele: http://www.flickr.com/photos/duhhquagliato/3047509986/ . Piada, não é? Eu esperava um pouco mais da câmera de 2.0 MegaPixels dele, afinal esse foi um dos motivos pelos quais eu não comprei um MotoQ, a câmera dele é de apenas 1.3 MegaPixels. Hoje me questiono quando à minha escolha.
Outro assunto importante é a novidade no GMail, mas as pessoas que o usam em inglês (como eu), essa semana entrou em uso a aplicação de temas para a plataforma. São 30 temas diferentes, um melhor que o outro. Para quem quiser saber mais, configure seu GMail em inglês e na mesma área Settings, procure a aba Themes, lá estarão disponíveis todos os temas, particularmente eu gostei bastante do Shiny, e é que estou usando, mas variar é sempre bom.

Música. Faço esse post ao som de The Verve, o albúm é Forth, o último lançado da banda. Mas minhas sugestão para essa semana tem um nome bem brazuca. É o Copacabana Club, uma mistura de ritmos nacionais com a batida eletrônica, que me lembrou o famoso duo carioca The Telves na parte eletrônica. Para mais opniões, visite o MySpace da banda.

Bom leitores, hora de voltar para o meu estudo. Até a próxima e bom final de semana à todos.
:D