Há alguns dias, alguns de meus mais próximos amigos, colegas e conhecidos vêem acompanhando o martírio amaroso pelo qual eu vinha passando, pelo qual eu vinha sofrendo cotidianamente (se é que essa palavra existe) e agradeço do fundo do meu coração ao apoio que me foi dado por essas pessoas.
Mas ao ler o comentário que a Marrí deixou-me no último post, comecei a pensar muito sobre o amar. Não sobre o namoro, a relação ou qualquer coisa assim. Pensar sobre o sentimento amor, sobre a ação de amar, que pode ser sentida por apenas um dos lados sem que haja reciprocidade. Passei muito tempo pensando nisso nos últimos dias, muito tempo mesmo. Confesso que isso tenha me atrapalhado em algumas de minhas ações rotineiras do último mês.
O meu amor já é sabido por todos, ou por boa parte de todos, mas ultimamente esse sentimento tem se aflorado de forma mais impetuosa sobre minha mente e sobre meus sentimentos e não tenho conseguido conter meu descontentamento com o mundo da forma que ele é. Confesso que para o assunto “relacionamentos” não sou a pessoa mais experiente, muito menos a mais entendedora, e posso me classficar com old school para isso. Sou uma pessoa que sobrevive a base de paixões, que vem e vão, e que cada vez mais deixam sequelas, boas e ruins.
Concordando com a Marrí, acredito que estar apaixonado faz bem às pessoas, lhes dá um ânimo a mais para superar uma dificuldade, um ânimo a mais para continuar o dia ou até um ânimo a mais para continuar vivendo, feliz. Mas na minha opinião, isso termina quando passamos a pensar o porquê de não conseguirmos estar com essa pessoa, o porquê de estarmos sozinho e o porquê de sempre ser assim. Mas mesmo com tais pensamentos, maléficos à nossa mente, amar sempre fez e sempre fará muito bem aos corações, e as mentes, das pessoas.
Estar apaixonado é uma sensação maravilhosa, posso dizer pois provo dela todos os dias. E posso dizer, dos abismos mais profundos de meu coração, que tudo isso é o modo mais maravilhoso se motivar, o modo mais saudável e recompensador (no final das contas).
Deixo-lhes a máxima (criada por mim) como base para os pensamentos dessa semana: “Amo, logo existo!”.