Curitiba: Balanço Semestral

Como muitos de vocês devem saber, desde o dia 28 de Fevereiro de 2011, minha residência oficial se mudou da Rua Siqueira Campos, em Bauru/SP, para a Rua Des. Westphalen, em Curitiba/PR. O motivo? Faculdade, finalmente passei no vestibular e veio a hora de engajar-me na vida universitária.

Minha vinda à Curitiba foi para estudar, sim. Mas ninguém vive só de estudo, e se o faz, enloquece. Portanto, criei uma vida aqui, um círculo de amigos (tá ainda, é um polígono), conheci lugares novos, aprendi que ter carro aqui não vale muito a pena, que táxi não é tão caro e que o dogão da faculdade é bom e barato.

Logo na primeira semana, meu caminho ao bar começou. Sexta-feira, 04 de Março, show do Monaco Beach no Wonka. Já havia ouvido o som da banda e logo que cheguei à Curitiba, anotei na minha agenda que era um show que não poderia perder. Logo em seguida, no sábado, minha primeira Rock2Rock. A Rock2Rock é uma festa que acontece todos os sábados (com exceção do último do mês) no Wonka, com discotecagem da Claudinha, do Bernardo e da Georgia. Desde lá, poucos foram os sábados que eu perdi a festa, e isso continuará assim!

Rock2Rock no Wonka me trouxe três novos grandes amigos (Claudinha, Bernardo e Georgia), mas foram nas quartaROCK do James que eu reencontrei amigos. Numa semana encontro o Matheus, amigo que eu não via desde 2004/2005 na época do São Francisco (o Matheus morava em Araçatuba e veio para Curitiba pelo mesmo motivo que eu), e na outra semana o Che, vulgo Ivan, companheiro de São Francisco nos tempos áureos, tudo por completo acaso. E é por isso que eu também faço de tudo para não perder nenhuma quartaROCK.

Inspirado pela discotecagem de Giuliana Nunez (ela tocou “She’s A Genius” e “Troublemaker”) em um dos dias no James, fui conferir qual era a do VU (outro bar daqui de Curitiba) na quinta-feira, dia de LikeULike (festa comandada pela Giuliana e Guilherme), e descobri que cerveja quente e pista pequena não tiram a graça de uma festa.

O quarto bar da lista conheci apenas duas semanas atrás numa festa “prévia” ao #CSM (Curitiba Social Media), com alguns figurões da Social Media brasileira, muita vodka, rever vizinhos (@loratas), amigos de chopp (@jhonypg) e matar saudade de alguns amigos de longe (@tchulimtchulim). Esse foi o Soviet, um vodka bar da capital paranaense muito agradável com um preço bom para as bebidas (mas caro pra entrar). OBS: um Burguer King 24h na frente do Soviet, portanto é impossível sair de lá sem um Whopper.

Terminada a lista de bares, hora da lista de cinemas. Essa mais simples e direta começando pelo UCI do Shopping Estação. Um cinema que vou apenas quando não há outra opção. Ele fica a um quarteirão de casa, mas as poltronas são pequenas, o chão é de piso frio e a bomboniere é horrível.

A segunda opção mais perto fica por conta do CineSystem do Shopping Curitiba, a quatro quarteirões de casa, essa opção se apresenta melhor que o UCI do Estação mas ainda não é a melhor. Salas não muito grandes, bomboniere pequenina e um cheiro estranho em alguns lugares. Isso sem contar que 3, das 6 salas, ficam de um lado do shopping e as outras 3 ficam do outro lado.

O último da lista (e melhor de todos) é o Cinemark do Mueller. Não tem lugares marcados, mas a compra de ingresso é extremamente rápida pelos terminais de auto-atendimento. Nunca enfrentei fila pra entrar no cinema, mas a bomboniere sempre tem filas astronomicas. Ainda assim, o melhor cinema que fui aqui em Curitba.

Lista rápida dos cinema, agora é hora dos shoppings. E nesse ponto serei extremamente objetivo:

  • Estação: Não passa de uma praça de alimentação com algumas lojas; Tem wi-fi mas não funciona direito;
  • Curitiba: Lojas boas, mas com corredores pequenos e muitos andares; Tem wi-fi no shopping todo e funciona;
  • Paladium: Não sei nem porque eu fui até lá; Longe, um pouco mau frequentado mas tem uma filial das Livrarias Curitibas maravilhosamente boa;
  • Mueller: Muito bom, pequeno e perto; Um daqueles shoppings que não é tão ruim quando o Paladium, mas também não tão bom quanto o próximo;
  • Barigüi: O melhor, sem dúvida! Corredores largos, lojas maravilhosas, ótima praça de alimentação, Cinemark, Fnac etc.

Não vou fazer uma lista de lanchonetes, mas o Madero deve ser citado. Uma steak house, ou uma burger house, com lanches maravilhosos para quem realmente gosta de carne. Um pouco mais caro que o Burguer King, mas maravilhosamente melhor.

Agora não posso me esquecer do que realmente vim fazer aqui, estudar. É, estudar. Moro exatamente em frente à faculdade, uma coisa que ajuda muito. A UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná) é extremamente renomada no Paraná e no Brasil, contando com diversos campi no estado todo e dois campi aqui em Curitiba (um no Centro o outro no Ecoville). Ótima estrutura, uma quantidade imensa de salas de aula, auditório, RU (caro, mas tem), dois bancos (BB e Caixa) e muitos funcionários. Os professores são muito bons (ok, nem todos, mas a maioria sim), pontuais e bastante dedicados. Aqui não tem essa de professores não aparecer pra aula (sem que ele avise que vá faltar), nada de muito jeitinho (tem, mas menos que outras) e muita dedicação.

Infelizmente fiz a escolha errada no curso. Vim para cursar Sistemas de Telecomunicações, mas não consegui me adaptar e gostar da parte de Elétrica e Eletrônica, meu negócio é programar. Porém, foi um curso em que fiz muitos amigos, pessoas que me ajudaram bastante na adaptação à cidade, no conhecer os lugares e possibilidades e que consegui inclusive uma entrevista de emprego. Felizmente, tentei novamente o processo seletivo pelo SiSU e no semestre que vem estarei cursando Sistemas de Informação, o que realmente quero e gosto.

Essa é a minha vida curitibana!

Vem o teste, vai-se a aflição

Olá pessoas.

Na tarde desse preguiçoso domingo, aconteceu o exame da primeira fase do vestibular da UNESP 2010. Prova aplicada em todo o estado e que contou com mais de 75000 candidatos, distribuídos em seus inúmeros cursos, para pleitear uma vaga em um dos 23 campi da universidade.

Diferentemente dos outros anos, a seleção contará com duas fases, sendo a primeira com 90 questões de múltipla escolha e a segunda fase com questões específicas para cada curso. Moldando-se ao formato FUVEST (USP, Barro Branco etc.) de ser. Nos anos anteriores, a prova da UNESP contava com apenas três dias seguidos de provas, sendo o primeiro dia com 84 questões de múltipla escolha, o segundo dia com questões de Gramática, Literatura e Redação e o terceiro dia com questões específicas.

A prova deste ano foi considerada média entre os docentes, bem como entre os candidatos. Salva-guardando, apenas, a extensão de tal teste. Segundos os candidatos, os enunciados das questões estavam exageradamente grandes, dificultando a resolução de toda a prova no período oferecido de 4,5h.

Particularmente, achei que a prova estava com um nível muito bom, nada exageradamente complicado, e nada exageradamente fácil simples. Acredito que a persistir o quadro, tenho grandes chances de fazer parte da turma de alunos de Sistemas de Informação do ano que vem no campus de Bauru.

Mas hoje, durante o período que permaneci em frente ao prédio, conversei com muitas pessoas, amigos, professores e alguns conhecidos, e senti, em praticamente todos, uma preocupação exacerbada com o teste. Confesso que o vestibular é um momento importante de nossas vidas e não pode ser tratado de forma desrespeitosa, porém o nervosismo está se tornando histeria. Consegui observar por entre alguns candidatos, lágrimas de aflição escorrendo e mãos tremendo incontrolavelmente por algo que ainda nem havia acontecido.

A verdade é que o vestibular no Brasil (afinal, ele existe apenas aqui) tornou-se, além de um mercado consumidor e um nicho comercial bastante lucrativo, um seletor social e o único temor para todos os estudando dos ensinos fundamental e médio. Atualmente, estudamos do primeiro ano do ensino fundamental ao terceiro ano do ensino médio com o único objetivo de passar no famigerado vestibular de uma universidade pública, cursar algo parecido com um aprendizado à distância, porém presencial, e se tornar um profissional “competente” no que faz, graças, apenas, ao conhecimento adquirido durante os anos de estudo universitário.

Por mais que o ensino superior seja extremamente importante, ele é (para mim, é claro) apenas o meio, e não o fim supremo de nossa existência. E isso vem sendo esquecido durante os últimos anos.

Espero que tudo dê certo, tanto para mim, quanto para todos que almejam tal status.

:D

Twestival Bauru 09

Hey folks!

Bom, como vocês já viram, blog de cara nova, endereço novo, tudo novo.

Ontem, dia 12 de Fevereiro de 2009, rolou em mais de 180 cidades do mundo o esperado Twestival, o primeiro e maior festival de Twitter no mundo, iniciado na Inglaterra e que desta vez  realizou a arrecadação de doações para a ONG charity:water que “transforma” dinheiro em água para as regiões onde há escasses deste recurso tão natural.

Eu, como bom bauruense que vou, participei do Twestival em Bauru, no Tradicional Botequim, bar muito legal regido pelo grande Rodrigo Chiquito (@rodrigochiquito) e que conta com uma pesada conextão de 3Mbps que segurou legal os tuitteiros e seus notebooks. Chegamos ao ponto de não falar com o cara da frente, apenas mandar um reply no twitter. É, sim, nós somos viciados.

Aqui você confere as fotos, e aqui você tem mais informações de como foi.

Well, that’s all folks!

:D

O fim chegou!

(Este post era para ser postado ontem, leiam como se fosse ontem.)
Hey folks!
Hoje meu post é conformado, cansado, estressado, feliz, alegre, animado, revoltado mas acima de tudo, aliviado.
Para quem sabe, ontem aconteceu meu baile de Formatura, símbolo da conclusão de mais uma etapa na minha vida, o Ensino Médio. A festa foi simplesmente maravilhosa, com tudo que temos direito e merecemos depois de três anos de sofrimento no CTI – Centro de Tortura Intensiva. Hahahaha, brincadeira. Colégio Técnico Industrial é o novo nome do Doi Cod após a queda da ditadura. Todos, todos mesmo, sem exceção, merecem sair de lá formados e todos sairam. Sofremos juntos, ficamos feliz juntos e acima de tudo, vivemos junto. Passamos por muitas e boas que nunca esquecerei. Por mais obstáculos que tentassem impor, nós vencemos as barreiras e hoje podemos dizer: “Nós conseguimos!”.
Mas a realidade, a confirmação e o modo de mostrar à todos do que somos capazes só acontecerá hoje, a tão esperada Colação de Grau. Há alguns dias, eu não acreditava que participaria dela, afinal, barreiras aconteceram e eu quase padeci perante elas, mas com garra (minha e dos outros) eu consegui e hoje estou aqui e posso dizer que venci.
Agora é bola pra frente, pensar no vestibular, na vida e no meu próximo emprego, que, quem sabe, pode chegar ainda este ano, graças aos contatos que adquiri dentro dessa escola e do nome que carrego graças à ela. 

Well, that’s all folks!
:D

Cena Musical Independente: Vanguart

Hey folks!
Bom, acho que como algúns já sabem, ontem rolou o segundo dia da 1ª amostra de bandas em Bauru do festival Cena Musical Independente, no SESC.
Como fã de carteirinha fui especialmente para o show do Vanguart, porém o festival contava com inúmeras atrações, uma melhor que a outra, todas que se destacam no cenário independente. Cheguei ao SESC as 14h45, um pouco cedo, porém as 15h o Vanguart chegou, e graças à uma mulher chamada Lívia Maria (produtora) eu consegui assistir a passagem de som. Depois fui para o auditório para assistir a projeção de um documentário sobre a cena independente. Após a exibição rolou um bate-papo com a banda e no final quem eu encontro? Senhora Daniela Swidrak, uma neighbour do Last.fm que depois tornou-se uma amiga. Fomos andar por aí e sentamos em um banco em frente à banda, que nesse momento dava uma entrevista pra uma galera da UNESP. Conversamos e convencemos eles a ir à um bar conosco depois (no fim acabei não indo). Entre uma cerveja e outra assistiamos às apresentações de bandas como Paris Le Rock, De Brisa, Crazy Train etc. Até que as 21h30 pontualmente, a banda mais esperada da noite sobe ao palco sob gritos e saudações do público, pouco mas fiel, da banda. Tocaram todo o seu CD atual e mais três músicas novos. No final, um bis foi pedido pela platéia, e eles voltaram para tocar dois clássicos do Fab Four, Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e With a Little Help Of My Friends as duas do consagrado albúm da banda inglesa Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Nesse momento o público esperou o fim do show e como canibais atacaram a mesa de venda de discos, não deixando nenhum restante. A segurança e a organização do SESC, como sempre, tirou todos de lá quase expulsando-nos, inclusive o pessoal da banda, que saíram ingolidos pela multidão em meio à fotos e autógrafos. Depois eles foram ao bar, e eu não pude por problemas problemas e problemas.
Bom, só tenho a dizer que o show foi simplesmente WONDERFUL e se não tivesse ido, com certeza ficaria depressivo.

Fotos estão no meu flickr: http://www.flickr.com/duhhquagliato

That’s all folks!
:)

Online Age

Olá à todos.

Bom, há algum tempo venho testando serviços desktop, programas propriamente ditos para manejar ferramentas online, feeds e e-mails. Percebi que isso é muito produtivo caso você esteja sempre com seu laptop à tira colo e mesmo assim, o sincronismo e transporte de dados fica debilitado.
Depois de muito pensar, e muito testar, à partir dessa semana voltei à usar as ferramentas online que senti falta, Gmail, Google Reader, Google Docs são apenas algumas delas, que previamente foram substituidas por Thunderbird, FeedDemon e OpenOffice, respectivamente.
Acho que a era online só tem à crescer, e nós? Cada vez mais nos tornarmos escravos de tal sociedade facilitadora digital.

Deixando a filosifia moderna de lado, há duas semanas houve a estréia inesperada (pelo menos pra mim) do Google Chrome, o tão esperado navegador do Google, umas das poucas ferramentas que ainda faltava no portifólio da startup californiana. Após uma semana de uso pude constatar várias melhorias no browser em relação à outros da categoria: é um navegador leve, extremamente leve; mais rapidez na execução de javascript, uma das melhores vantagens até o momento; visual clean e intuitivo; recursos simples porém úteis como a download statusbar etc.

Porém, meu coração e minha mente ainda pertencem ao Mozilla Firefox. Querem saber o por quê? Add-ons!! Essa é a reposta de 9 em cada 10 usuários de Firefox. O suporte à extensões é o que faz do Firefox o navegador mais popular entre os usuários não-leigos (na minha opinião).

O Google já prometeu lançar uma API para desenvolvimento de Add-ons para o Chrome, no momento espero anciosamente, pois o browser nasceu com poucos bugs (entre áspas, é claro) e tem muito ainda à evoluvir.

Acredito que a briga do futuro dos browsers ficará entre Mozilla Firefox e Google Chrome.

Bom leitores, fico por aqui, postando diretamente de outro Free Hot-spot em Bauru, novidade. Para os conterrâneos, visitem o Café Peppers. Uma ótima sugestão, tanto na área gastronômica, quanto na área tecnológica.

That’s all folks!
:)

Brasileiro é brasileiro!

Hey folks!
Ontem estava passeando no Wal-Mart em Bauru quando encontro a seguinte placa num stand de venda de bucha de lavar louça da Scotch, divisão de cozinha da 3M com a seguinte frase: “Remove this frontal painel. REPLACE with your local graphics.” que a tradução seria “Remova esse painel frontal. Substitua com gráficos locais (de seu país)”.

Acredito que não preciso comentar mais nada.
Bom, estou indo dormir gente pois amanhã, o colégio me espera.

That’s all folks!
(: