Artigos com o marcador bovespa
Eita vaivem!
25/01/08
Ontem a Bovespa teve a maior alta desde Outrubro de 2002. O pregão fechou o dia com uma alta de 5,95%, e foi impulsionado pela decisão do governo dos Estados Unidos de detalhar um plano para auxiliar seguradoras de títulos com problemas e protelar uma nova leva de baixas contábeis bilionárias deu impulso aos mercados de ações nesta quinta-feira.
Olha o zigue-zague.
24/01/08
Olá! Infelizmente as notícias não são tão boas quanto eu esperava mas…
O Copom decidiu manter a taxa básica de juros (a Selic) em 11,25%, que é mantida pelas quatro últimas reuniões, assim, muitos especialistas e orgãos empresariais como o Fiesp dizer que o Copom continua andando na contramão.
Outra notícia foi que os mercados voltaram a cair hoje, a Bovespa fechou o pregão com alta queda de 3,32% acompanhando boa parte do mercado mundial, mas neste momento, às 4h16 da madrugada (16h16 no Japão) o índice Nikkei (principal indicador japonês) opera em alta de 2,04%.
As outras notícias são de Davos que teve um dia agitado ontem. Uma das discussões figurou um apelo dos empresários que reivindicam que o Fed (Federal Reserve, o Banco Central americano) e outros BCs tomem as rédias da situação antes que ela saia total e irrestritamente do controle, mas por outro lado, esse desfoco dos BCs mundiais e do Fed pode significar a perda de poder por parte do mercado e do governo americano, mas ainda assim, o medo da recessão é maior e totalmente presente em Davos.
Por aqui me despeço.
Será que sobe?
23/01/08
O Federal Reserve (o Banco Central Americano), tomou as medidas necessárias para barrar a ameraça de recessão no país. A principal delas, foi a queda da taxa de juros de 4,25% a.a. para 3,50% a.a..
A notícia foi bem aceita nos mercados asiáticos, assim como na Bovespa: o índice Nikei teve uma alta de 3,42% e a Bovespa fechou o dia de ontem com uma alta de 4,45% mostrando reação. E a situação é a mesma nas bolsas européias mas como altas mais modestas (Paris +2,07% e Londres +2,90%).
Outra notícia, mas agora nacional, foi que a bacia de gás encontrada pela Petrobrás (batizada de Júpiter) pode se transformar em uma faca de dois gumes, pois o problema não é a profundidade da bacia e sim sua distância do continente, o que traria problemas ambientais na construção de um gasoduto, pois cruza áreas túristicas. Mas… como tudo no Brasil, um jeito se dará.
Por aqui me despeço.
PS.: Como será que o cara do Brokeback Mountain morreu?
Sai debaixo!
22/01/08
Hoje a ameaça de recessão em uma das maiores economias mundiais passou a ser real e muito presente. Por mais que o governo americano tenha anunciado um pacote de ajuda de 150 milhões de dólares, ainda é pouco. Tal quantia representa apenas 1% do PIB americano, e foi tratada com desprezo pelos investidores internacionais, principalmente os chineses, já que por lá eles movimentam isso em praticamente um dia. Fica também díficil de acreditar que o governo tenha anunciado apenas essa pequena ajuda, já que a ajuda dada em 2001 por Bush durante a última crise foi de 6% do PIB americano.
Mas hoje também ficou provado que todo o mundo depende do mercado americano e assim ficamos estreitamente ligado à eles. A Bovespa fechou o dia com queda de 6,6%, a maior desde fevereiro do ano passado; pra se ter uma noção da gravidade da situação, uma das empresas com maior credibilidade no mercado nacional, a Petrobrás, teve um queda de 7,42% nas suas ações. Mas podem deixar um pouco de tensão pro lado, a situação é a mesma em todo o mundo. A Bovespa apenas acompanhou as quedas dos mercados mundiais, como Paris (-6,83%), Londres (-5,48%), Frankfurt (-7,16%). Na Ásia a situação é a mesma: o índice japonês Nikei fechou o dia em queda de 3,86%, acompanhado por Xangai com uma queda de 5,14%.
Bom, alguns dizem que os tempos ruins estão vindo, outros dizem que é apenas uma febre passageira mas mesmo assim a venda de ações é gigantesca e as proporções pretendem chegar à um nível catastrófico nos próximos dias caso o governo americano não faça nada.
Enquanto isso, Hilary Clinton venceu mais uma prévia, agora em Nevada, e está se consolidando como uma das principais candidatas à disputa presidencial americana este ano.
Por aqui fico, até a próxima.
Queda não, desmoronamento
05/03/07
Boa tarde.
Uma semana depois da história queda da bolsa de Shangai (quase 9%), o mercado começa a semana novamente em queda, marcado principalmente pela queda da bolsa de Tóquio e agora, 17h49, perto do fechamento do pregão na Bovespa, em São Paulo, a queda permanece no mundo inteiro.
Para alguns analistas, entender a crise na economia é difícil. Difícil por que o foco principal não é a China como muitos acreditam, ou melhor, o foco pode não ser a China. Segundo o economista e ex-diretor do Banco Central, Ilan Goldfajn, o causador principal da crise na economia mundial é o Estados Unidos, e não a China como muitos pensam. Segundo ele, os Estados Unidos passam por uma crise econômica hoje, carregada principalmente pela crise imobiliária no país, e com isso o mercado fica instável e como efeito dominó, o mundo inteiro sente as conseqüências.
Bom, a crise pode durar duas ou três semanas, como pode durar muito mais tempo, mas segundo os especialistas é o momento de o país aumentar suas reservas para se proteger da instabilidade no mercado. Ilan Goldfajn também disse que as pessoas, após quedas como essas, não voltam a investir tão fácil e rapidamente, elas param, pensam, analisam e só depois voltam ao mercado de ações.
Aqui me despeço.