Ó vida, ó céus, ó dor!

Hey folks!

Para os que ainda leem essa empreitada tecnológica humana e comunicativa, que o mundo atual insiste em chamar de blog, peço minhas mais sinceras desculpas por não poder comparecer mais aqui tão ativamente e fielmente como fazia há pouco tempo atrás. Mas as circuntâncias atuais não me deixam escolha (e tempo) para ficar por aqui escrevendo sobre o que quero, gosto e sempre gostei. Para os que não tem muito contato comigo, a explicação é que estou afogando-me em estudando e matando-me em trabalho. O cursinho não me deixa escolha a não ser estudar, e o trabalho, por mais cansativo (mentalmente) que seja, está me fazendo feliz e me mostrando o maravilhoso mundo do Java, Oracle, JPA, Hibernate e a tão famigerada Programação Orientada à Objetos, minha nova paixão no momento.

Mas hoje, o post não é sobre minha vida e minhas novas inspirações e aspiração. Hoje falarei (ou melhor, escreverei) sobre a vida de todas as pessoas, ou boa parte delas, que vivem nesse mundo de cão e que não possuem mais tempo para ser elas mesmas, esquecendo muitas vezes de que seu coração é o que as mantêm vivas, e não o dinheiro ganho com o suado trabalho durante o mês todo. Escrevo isso porque vejo por aí, cada vez mais, as pessoas matando suas horas de almoço para conseguir trabalhar mais e assim fazer mais horas extras e ainda assim ganhar um pouco a mais no fim do mês que para o empregador não é nada, mas para o empregado…

A vida deixou de ser o fim, e passou a ser o meio. Meio para que? Meio para chegar à um novo carro, uma nova casa, um novo Status. Confesso-lhes que ter dinheiro NUNCA foi ruim, e não será, mas cheguei à um ponto de vista muito aclamado por alguns, o sentir, o ser. O “ter” já tomou conta de todos nós (sim, eu me incluo nesse conjunto) fazendo-nos querer cada vez mais e mais. E sabe por quê? Porque o mundo quer isso, o mundo clama por ambição, por status, por dinheiro, por vendas, por gasto. Afinal, esse é o capitalismo que sempre nos rotulou “livres” e que agora começa a mostrar o seu lado escuro da face. Um lado que não trará muitas esperanças à nós e muito menos conforto.

Sinto em informar-los, mas entramos na parte descendente do gráfico, começamos a cair e procurar o chão. E espero que esse chão chegue logo, por se continuar assim, tudo que conhecemos por sociedade e humanidade morrerá conosco e com o nosso tão suado dinheiro que cada vez mais se torna escasso e reliqueado.

Pensem…

Crise e Resolução

Boa tarde.
Hoje amanheci com duas notícias marcantes.
Os países com cadeira fixa no Conselho de Segurança da ONU se reunirão hoje em Londres para discutir a situação do Irã, com possibilidade clara de embargo em exportação de armas etc. Tudo começou quando o Irã “violou” o tratado da ONU de não proliferação de armas nucleares com o início de um programa de enriquecimento. O governo de Teerã diz que suas intenções são puramente pacíficas e não militares, como acusam os Estados Unidos. Fontes afirmam que o presidente George W. Bush ordenará um ataque com forças especias para a destruição de alvos nucleares nas próximas 24h ou até o final do seu mandato, não deixando a decisão para a sucessão.
Minha opinião ainda é confusa sobre o assunto, acredito que o tratado de não proliferação de armas nucleares deveria ser seguido, mas será que os países fixos do Conselho de Segurança não desenvolvem tais armas? A dúvida paira no ar e as opiniões não as mais diversas possíveis.

Outra notícia marcou o dia, a Sérvia foi absolvida em jugalmento sobre o genocídio de bósnio, mas poderia ter evitado o massacre. A Corte Internacional de Justiça, mais alto tribunal da ONU, teve como sentença a não responsabilidade da Sérvia pelo massacre. A Corte ainda disse que a Sérvia não fez tudo que estava em seu alcançe no que diz respeito ao massacre de mulçumanos bósnios em Srebrenica, como ter falhado na punição dos responsáveis. Foi ordenado que a Sérvia entregue o general Ratko Mladic à ONU para jugalmento do mesmo. O governo sérvio diz que não possui a custódia do general e que ele conseguiu escapar, por mais que fontes afirmem que ele fugiu com ajuda ativa das forças de segurança do país.
Esta foi a primeira vez que uma nação inteira foi responsabilizada por crime de genocídio.
Depois disso somos obrigados à nos perguntar: Será que a decisão da Corte Mundial, como é conhecida a Corte Internacional de Justiça, foi correta? Acredito que não. Com tantos “poréns”, como pode um país ser inocentado de tal acusação?

Aqui me despeço e peço desculpas por poder estar aqui sempre.