Rau-Tu: Hosts? Domínios? WordPress? WTF? (Parte I)

Ontem, movido pelo sentimento de dúvida, @oMarinno iniciou uma série de perguntas ao mundo digital sobre registro de domínios e hospedagem e servidores do o diaboàquatro. Diante de tal situação, @oMarinno então sugeriu-me um post nesse diário quase invisível sobre as perguntas (e respostas, é claro) de tal mundo, novo para alguns, como ele.

Portanto, abaixo, responderei algumas perguntas propostas por ele e darei algumas explicações sobre conceitos que estiverem embrenhados em tais respostas. Espero que seja esclarecedor à todos

O que é um servidor?

Servidores são máquinas que provém algum serviço online ou respondem por determinado protocolo. No caso de sites, páginas na web, serviços online e coisas ligadas à internet, os servidores são algumas vezes chamados de webservers ou apenas servidores web e respondem, principalmente ao protocolo HTTP. Podendo ter em si alguma linguagem de programação voltada para a web, como PHP, ColdFusion etc. Também utilizando outras ferramentas/linguagens auxiliares, como CSS, JavaScript etc.

Atualmente, tais servidores espalhados pela núvem são (quase sempre) virtuais, hospedados em gigantescos datacentes ao redor do mundo.

Como fazer o upload de algo nele?

Existem inúmeras maneiras de colocar conteúdo e arquivos em tais servidores. Hoje, protocolos como FTP e SSH (Através do SCP) são os mais utilizados. Tais protocolos podem ser utilizados através de ferramentas de upload como o FileZilla, WinSCP, Cyberduck.

Algumas empresas de hospedagem, além de suporte aos protocolos acima citados, também oferecem upload de arquivos através ferramentas próprias em páginas de controle de sua hospedagem, com é o caso do antigo (e já extinto) Yahoo! GeoCities.

Eu posso montar tudo no WordPress e então colocar o meu www (acho que @oMarinno quis dizer sobre seu domínio) pra entrar lá? como fazer isso?

Vamos esclarecer alguns pontos muito importantes sobre o WordPress e que ainda geram grandes dúvidas em alguns usuários. O WordPress hoje, conta com duas instâncias:

Número 1 (WordPress.org): plataforma de blogs (ou gerenciador de conteúdos) open-source, regido sob licença GPL, ou seja, completamente gratuíto e com o código totalmente aberto. Desenvolvido por Ryan Boren e Matthew Mullenweg, utilizando o PHP e o (pseudo) banco de dados MySQL, o quase rei dos bancos de dados das aplicações web. Apesar de mantido por seus desenvolvedores fundadores e outros agregados, um dos grandes suportes do WordPress hoje é o desenvolvimento pela comunidade (por aqui), graças à sua fácil, simples e direta customização.

Número 2 (WordPress.com): implementação da plataforma citada na instância número 1, que permanece na núvem e oferece hospedagem gratuita de blogs em seus servidores com opções de customização menores em relação à plataforma aberta gração à distribuição apenas de um serviço, e não de um servidor completo de hospedagem.

Determinadas tais instâncias, minha resposta é que é possível transportar tudo que foi feito em um blog no WordPress.com para uma implementação própria em uma hospedagem própria, relacionada à um domínio próprio.

Mas, além de todas essas oportunidades, o WordPress.com ainda oferece opção de customização de seu domínio (aquele citado por @oMarinno no enunciado da pergunta como o “www” dele) e algumas customizações de CSS sob um valor de, aproximadamente, US$ 15.

Se eu montar um site no DreamWeaver como upar isso?

O DreamWeaver, para os que não o conhecem, uma ferramenta WYSIWYG (sigla para “What You See Is What You Get“, em tradução literal “O que você vê, é o que você consegue“) para desenvolvimento de web que conta com um editor bom de código, ferramentas de FTP, análise, e componentes HTML prontos para serem apenas arrastados para a página, tornando o deesenvolvimento de sites fácil até para leigos.

Como todo editor de páginas web, o DreamWeaver gera arquivos comuns no mundo web, como .html, .htm, .php e outras extensões conhecidas na web. Tais arquivos podem ser colocados em seu servidor através de protocolos de transferência citados lá encima, como o FTP (já integrado nativamente ao DreamWeaver).

O DreamWeaver é uma ferramenta fechada, paga, desenvolvida pela (já extinta) Macromedia (também criadora do Flash) e que hoje foi incorporada/engolida/comprada pela Adobe (a gigante por trás do PDF).

Servidor pago: quanto precisa pra colocar textos algumas imagens e musicas?

Espaço disponível para armazenagem já foi um problema muito grande. Antigamente, planos acima de 200MB eram coisa raras. Hoje já é possível encontrar hosts sem limite de armazenagem, ou com limites acima da casa dos 5GB, o que é coisa pra caramba.

Porém, com os antigos 200MB, já era possível fazer muitas e muitas coisas. Um grande exemplo disso é este blog aqui. Atualmente ele utiliza 40% da capacidade de armazenamento, que é apenas 100MB (Cortesia, é claro!).

Hoje, como a web enriqueceu-se, além de espaço de armazenagem, são levados em consideração outros fatores, como limite mensal de tranferência, número de bancos de dados de um determinado tipo, armazenagem por banco.

Portanto, espaço de armazenamento não é tudo.

Essa é apenas a primeira parte desse tutorial/faq. A segunda parte virá logo, com mais respostas sobre registro de domínios, redirecionamento e o básico para a criação de um site/blog.

Até lá.

:D

Online Age

Olá à todos.

Bom, há algum tempo venho testando serviços desktop, programas propriamente ditos para manejar ferramentas online, feeds e e-mails. Percebi que isso é muito produtivo caso você esteja sempre com seu laptop à tira colo e mesmo assim, o sincronismo e transporte de dados fica debilitado.
Depois de muito pensar, e muito testar, à partir dessa semana voltei à usar as ferramentas online que senti falta, Gmail, Google Reader, Google Docs são apenas algumas delas, que previamente foram substituidas por Thunderbird, FeedDemon e OpenOffice, respectivamente.
Acho que a era online só tem à crescer, e nós? Cada vez mais nos tornarmos escravos de tal sociedade facilitadora digital.

Deixando a filosifia moderna de lado, há duas semanas houve a estréia inesperada (pelo menos pra mim) do Google Chrome, o tão esperado navegador do Google, umas das poucas ferramentas que ainda faltava no portifólio da startup californiana. Após uma semana de uso pude constatar várias melhorias no browser em relação à outros da categoria: é um navegador leve, extremamente leve; mais rapidez na execução de javascript, uma das melhores vantagens até o momento; visual clean e intuitivo; recursos simples porém úteis como a download statusbar etc.

Porém, meu coração e minha mente ainda pertencem ao Mozilla Firefox. Querem saber o por quê? Add-ons!! Essa é a reposta de 9 em cada 10 usuários de Firefox. O suporte à extensões é o que faz do Firefox o navegador mais popular entre os usuários não-leigos (na minha opinião).

O Google já prometeu lançar uma API para desenvolvimento de Add-ons para o Chrome, no momento espero anciosamente, pois o browser nasceu com poucos bugs (entre áspas, é claro) e tem muito ainda à evoluvir.

Acredito que a briga do futuro dos browsers ficará entre Mozilla Firefox e Google Chrome.

Bom leitores, fico por aqui, postando diretamente de outro Free Hot-spot em Bauru, novidade. Para os conterrâneos, visitem o Café Peppers. Uma ótima sugestão, tanto na área gastronômica, quanto na área tecnológica.

That’s all folks!
:)

Projeto de (possível) conclusão de curso!

Hey guys!
Passados quase um mês do início das minhas aulas e também quase um mês do meu último post digo que as férias fazem falta sim, afinal já estou quase louco com formatura, viagem e todos os outros arranjos para o final de meu ensino médio e de meu curso técnico, mas sem esquecer do vestibular, para o qual tenho estudado constantemente.
Bom, essa semana, mas especificadamente ontem, a banca nos passaria quais seriam os projetos de conclusão de curso e aí, a surpresa… na minha sala haverá apenas um projeto, uma ferramenta de EAD (educação a distância) composta de diferentes módulos, cada qual desenvolvido por uma equipe da sala, porém todas trabalhando com PHP e banco de dados SQL opensource ainda a ser desenvolvido (PostgreeSQL ou MySQL), tudo isso proposto e reforçado pelo nosso professor (e intusiasta do software livre) Celso, um dos caras mais fuçados em linux que eu conheço pessoalmente.
Bom, depois de um mês e um dia consegui postar um foto nova no meu fotolog (vide seção Descubra, a direita) e estou um pouco descontente com o serviço do fotolog, estou pensando seriamente em abandoná-lo e passar a usar apenas o flickr, muito bom por sinal.
Acho que é isso!
Sugestão da semana: Supergrass – Diamond Hoo Ha (novo albúm da banda que fez toda uma geração conhecer a Intel – procurar “Alright” – que me deixou de queixo caído).
Agora sim, vou me indo.
Hasta la vista!
(: