Tá pensando que cama d’água é coisa de motel?

MacBook Pro em seu colchão d'água

MacBook Pro (rodando Windows) em seu confortável colchão d'água.

Pode ter certeza que não! Algum maluco destemido e aventureiro criou um colchão d’água diferente, extremamente diferente. Um colchão d’água para seu laptop. Isso mesmo, para o seu laptop. E como se não bastasse um maluco que inventou, teve algum outro maluco (ou provavelmente o mesmo doido) que utilizou o seu MacBook Pro para tirar a fotografia.

Por mais que parece algo pra ficar no colo e ser ultra-confortável, água e eletrônicos estão longe de ser palavras bem casadas no meu vocabulário.

{Via Gizmodo BR}

O Dia Em Que A Terra Parou, por erro fatal do windows

Hey Folks!
Hoje ao passar pelo shopping fui assistir o primeiro remake do ano, “O Dia Em Que A Terra Parou”, e confesso, me surpreendeu profundamente, muito melhor do que eu jamais imaginaria.
Os papéis principais são, sem dúvida a doutora Helen e o extraterrestre Klaatu, representados pro Jennifer Connelly e Keanu Reeves, respectivamente e não deixaram a peteca cair. Klaatu, Keanu, representa um alien totalmente sem expressão e sentimento, que na verdade, apenas adiquiriu uma forma humana. Não vou falar nada do filme, porque seria uma espécie de spoiler, por mais que o filme original tenha sido feito em 1951, mas é melhor previnir.
Agora vamos à parte da coisa que eu entendo, a tecnologia. No filme, é visível o patrocínio da Microsoft e um fato até surpreendente será contado a baixo. Pra começar, o notebook da Dra. Helen possui um adesivo colado da tampa com o símbolo do Windows Vista, uma coisa um tanto quanto estranha até para mim. Depois apareceu a tão esperada Microsoft Surface, utilizada, no filme, para expor os dados dos tubos de ensaio com tecidos do alien, Klaatu (Keane) e algumas fotos. E por último, a coisa que mais me surpreendeu… Pela primeira vez, em todos os filmes que eu assisti depois de 2000, alguém escuta música em um player que não é um iPod, isso mesmo, o garoto Jacob, filho de criação da Dra. Helen escuta música em um player com fones pretos, que seguindo a trilha de patrocínio do filme, deve ser um Microsoft Zune.
E pensando junto com meu amigo Vinícius, vulgo SAP, que me acompanhou no cinema (por acaso, mas sim) chegamos à uma puta conclusão: esse filme fazia parte da campanha do presidente americano Barack Obama, afinal, a frase mais dita no filme é “We Can Change”, slogan da campanha do primeiro presidente negro americano.
Finalizando, eu sugiro profundamente o filme, mas com olhos fantasiosos claro, do ponto de vista cético é apenas uma mega boga merda foda. 

Well, that’s all folks!
:D

O temido vestibular.

Hey folks!
Se você chegou de outro planeta agora há pouco não sabe mas hoje (domingo, 23/11/2008) rolou a primeira fase do vestibular da FUVEST, que seleciona candidatos para a Universidade de São Paulo, ou simplesmente USP. Para quem não sabe, prestei vestibular para Ciência da Computação na USP em São Carlos e acertei 55 questões hoje. De acordo com as minhas contas, esse é um número bom, levando em conta que a nota de corte do ano passado foi de 50 questões, acho que provavelmente estou dentro da segunda. Sim, existe uma segunda fase, mais um obstáculo. Porém… É a vida. Uma amiga minha, a Jéssica Okubo, cursa atualmente o 2º colegial e realizou a maior façanha que eu conheço na FUVEST, acertou 70 questões. Sim, ela acertou 70 questões no segundo colegial. Imagine ano que vem… Ela irá gabaritar. Hauoehauae.
Bom, depois de problemas com meu Windows, fui obrigado a formatar minha máquina, mas esqueci que fazendo isso, perderia o GRUB e a partir daí só consegui entrar no Linux, do qual vos posto agora. Bom, ainda estou pesquisando um modo de reinstalar o GRUB com a opção Windows também, afinal, aplicativos gráficos para Linux não são tão bons quanto o Photoshop e jogos no Linux também não é uma coisa muito agradável, incluindo meu querido Warcraft. Sou obrigado a confessar que o GIMP quebra muitos de meus galhos, mas está longe do colosso da Adobe.
Acho que por hoje é só.
That’s all folks!
:D
PS: Continuo viciado em Jennifer Lo-Fi, sugiro profundamente.

Viva a liberdade!

Hello there!
O post de hoje é uma pregação política, um apêlo e até mesmo uma sugestão (interprete como você bem entender).
No mundo digital (ou não) de hoje, vivemos presos à grandes corporações, mantenedoras de altas quantias em dinheiro e em propriedade intelectual, que impõe suas vontades, seus padrões e por fim, seu produtos.
De encontro à tudo isso, vêem a teoria da liberdade, softwares livres, linguagens livres e tudo mais que você possa imaginar que possa ser compartilhado entre a comunidade livre do mundo digital (ou não). Entre os principais representates desse “way of life” está o Linux, um sistema operacional opensource, livre e que operacionalmente faz frente direta ao “Janelas”, na minha opinião, e claro, outras linguagens de programção que tem presença forte no mundo livre, como o PHP, pela qual venho me interessando bastante ultimamente.
Bom acho que é isso, viva o mundo livre, pra sempre!
(: